SOCESP 2014 : Destaques

Comparação da acurácia diagnóstica entre a ecocardiografia transesofágica bidimensional e tridimensional em pacientes com prolapso da valva mitral submetidos à valvoplastia cirúrgica

PARDI M M, Abduch MCD, Mathias W, Brandão CMA, POMERANTZEFF PMA , Vieira MLC

Objetivos: comparar a acurácia diagnóstica entre a ecocardiografia transesofágica bidimensional (ETE2D) e tridimensional (ETE3D) na avaliação do prolapso da valva mitral (PVM) em pacientes submetidos à valvoplastia cirúrgica.

Metodologia: foram estudados 62 pacientes operados por PVM e submetidos à avaliação ecocardiográfica intraoperatória pela ETE2D e ETE3D, comparando sensibilidade, especificidade e acurácia dos métodos diagnósticos, e tendo como padrão-ouro a inspeção cirúrgica. As variáveis ecocardiográficas estudadas por 3 examinadores experientes e sem conhecimento da análise dos outros métodos, foram: localização e grau do prolapso, e presença de rotura de cordas.

Estatística: os resultados foram analisados pelo teste de comparação de duas proporções e pelo índice de concordância de Kappa entre métodos ao nível de significância de p < 0,05.

Resultados: houve  sensibilidade maior da ETE2D no diagnóstico de prolapso nos segmentos A2, P1 e P3 comparada à da ETE3D (p=0,019, p=0,023, p=0,012, respectivamente) e maior especificidade da ETE3D no segmento P1 comparada à da ETE2D (p=0,006). Não houve diferença na acurácia diagnóstica ente a ETE2D e a ETE3D. Quanto ao diagnóstico de rotura de cordas, não houve diferença significativa entre os 2 métodos.

Conclusões: a ETE2D e a ETE3D apresentaram acurácia equivalente no diagnóstico de PVM, com maior sensibilidade da ETE2D no diagnóstico de prolapso nos segmentos A2, P1 e P3, e maior especificidade da ETE3D no segmento P1.

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Pesquisa apresentada pelo grupo do Marcelo Vieira surpreendeu à todos por não demonstrar vantagem do 3D.

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O 3D ainda não foi ensinado como método puro, mas como adicional ao 2D.

Assim, perde fácil.

Como na TOMO de coronárias, o examinador faz as fotos bonitas em 3D mas dá o laudo apenas com as “linguiças” do 2D.

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Quem domina o método como o Marcelo, deve iniciar um caminho de ensino no 3D do início ao fim do exame.

Seguiremos o exemplo em Campinas.

SOCESP 2014 : Encontro marcado.

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Acredito que será um debate muito interessante, sobre temas relevantes nas valvopatias. 

Será um prazer ouvir meus colegas de mesa expressarem suas experiências e opiniões.

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“Ensinar não é transferir conhecimento, mas criar as possibilidades para a sua própria produção ou a sua construção.” (Paulo Freire)

 

 

Doppler tecidual do anel tricúspide é simples e confiável

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Aqui

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Conclusion

A systolic long-axis peak velocity of ,11 cm/s at the lateral tricuspid annulus most accurately detects moderately
impaired RVEF as obtained by MRI; severely reduced RVEF ≤30% is best detected by RV MPI at a value of .0.50.

 

IMT: Sempre no modo automático.

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Quer arruinar um método?

Permita que os críticos digam que ele é examinador “dependente”.

Ao usar a medida automática (semi) você preserva a qualidade do exame e afasta as críticas.

NanoMaxx: Aliando resistência a várias opções de Doppler

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Imaging Modes and Processing
    • Imaging Modes

– 2D
– Color Doppler
– Color Power Doppler
– M-Mode

    • Image processing

– THI
– SonoADAPT™ Tissue Optimization
– SonoMB® Multi-beam Imaging
– SonoHD™ Imaging Technology
–  Auto Gain Technology (Algorithms)

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Aqui manual