Dia: 13 de maio de 2015
Carótidas: Longe da exatidão(2D), perto do interesse médico(3D).
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http://www.sciencedirect.com/science/article/pii/S1556858X11001149#gr1
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Ninguém sério questiona a utilidade do exame por ultrassom das Carótidas.
Mas não é um método exato.
Não é possível fazer projeções de crescimento leve das placas com um método 2D.
O aguardado método 3D enfrenta o mesmo problema que o 3D Echo.
Faltam professores abertos ao método!
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Perdi a oportunidade de aprender ao vivo com o Prof Badano.
Em particular, gostaria de questioná-lo:
Como ensinar 3D com a muleta de 2D, como ele faz?
Qual o resultado?
Não vejo nenhuma estrela da ecocardiografia abordando o ensino 3D puro.
Não soube de questionamento ao método antigo (um olho no 2D e um olho no 3D).
A reclamação de custos do aparelho não serve para desculpar os professores.
Existem dezenas de exames de alto custo que são ensinados diariamente.
Centenas de RM e Tomo foram vendidas a preços muito superiores ao de um eco 3D.
Falta de repasse ou falta de indicação?
Como nossos professores desconhecem o método e nossos diretores ignoram a utilidade, por que haveria repasse?
Quero ver um exemplo de exame que é pago pelo convênio sem que a sociedade ligada ao método o defenda ferozmente.
3D não é um acessório como microbolhas, não faz parte do folclore de métodos de imagem.
3D é uma revolução.
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Agora que o Eco de esforço no Brasil virou mania, está na hora de focar no 3D.
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