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O dono de um serviço de ecocardiografia têm dois caminhos:
1- Aumentar o volume de Eco 2D em valores decrescentes e com concorrentes em cada esquina.Aproveita o momento e faz um capital para a época “teste ergométrico” que o eco 2D está entrando.
2- Investe em novas tecnologias, como o 3D e paga para ver o que acontece.
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Veja o negócio da RM que faz Cardio:
O aparelho financiado em 60 meses custará 80 mil por mês para ser pago.
A manutenção custará 15 mil mensais.
Podemos supor que a máquina precisa gerar 95 mil por mês mais um excedente de 30% que serão os custos de funcionamento da equipe.
Mais 30 mil em uma conta mensal de 125 mil.
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Serão 80 a 100 exames por mês só para pagar as contas.
Fazendo 40 exames por semana, total de 160 exames mês, com pagamento médio de 1500,00 reais.
Faturando 240 mil por mês, a RM pode ser um bom negócio.
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O dono de serviço de RM que quiser realizar exames cardíacos deve pagar de 100 a 300 mil dólares para upgrade e software.
São exames demorados, mais de 1 hora, pacientes difíceis e necessita de equipe especial.
Só vale a pena para serviços com máquina ociosa!
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Com 100 mil dólares dá para comprar um eco 3D.
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Vale a pena para o 3D como foi para a RM?
Depende da tabela abaixo, que não inclui o 3D.

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Enquanto isso, existem formas de melhorar a produtividade com o 3D antes de poder cobrar.
1- Um máquina 3D em um serviço de baixa prevalência de patologias, como os convênios e Check up,
Otimizando o exame,a entrada e saída da sala, um 3D fará o serviço de 2 máquinas.
2- Usar o exame 3D como diferencial da clínica na cidade ou região. Marketing!
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As fábricas ajudam pouco, sem interesse claro.
Mas grandes empresas erram frequentemente.
A Kodak achava que máquinas digitais não iriam prosperar. A Microsoft desprezava o mercado de dispositivos móveis (Chamados de celulares).
No caso do 3D é ainda pior pois elas lucram mais com as vendas da RM!
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O D.I.C . poderia ajudar, mas está nessa abordagem Frankenstein dos serviços de imagem…
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Sobrou para você, meu amigo leitor, escolher continuar com a videolocadora até falir ou pagar para ver o futuro em 3D.