3D como adicional ao exame , quando deveria ser o exame inteiro.

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Este vídeo ilustra bem o defeito, na opinião do blog, de se usar o 3D como método adicional.

Notem que ele usa as imagens 2D o tempo todo e complementa com o 3D.

Para um ecocardiografista experiente, não restam dúvidas para serem tiradas com o 3D.

O 3D fica só mais bonitinho…

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SOCESP 2015 : Resumo ecocardiográfico

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Resumindo o congresso para quem não acompanhou ao vivo no echotalk facebbok:

1- Congresso voltado para os clínicos. Exames de imagem com pequena participação, principalmente o ecocardiograma.

2- Esaote montou o maior palco para seus portáteis. O novo Gamma e o Alpha ocupam um bom lugar no mundo dos portáteis.

3- Microbolhas existem? Nenhum sinal de vida.

4- GE mostrou aparelhos, como o Exterminador T8 que serve muito bem uma clínica de imagens. Apresentou seu 3D, realmente 3D, e realmente voltado para o usuário.

5- A Siemens tem o SC 2000 que nem precisa de elogios mais! Equipe motivada e prometendo guerra de preços.

6- Da Holanda veio o Transdutor 3D que é pequeno demais para ser verdade. Mas é de verdade.

7- Ecocardiografia nos implantes de próteses transapicais e outras: Ecocardiografista volta a ser fundamental.

8- Aulas e mais aulas de trials cada vez menos conclusivos. Em um momento em que TODAS as pesquisas clínicas são colocadas em dúvida até por editores do New England e Lancet!

9- Esqueci dos produtos japoneses? Não. Um dia eles farão um portátil para Cardio…

10- O aparelho dos sonhos continua sendo um 3D com transdutor Holandês , maquina Siemens e estrutura da GE.

O Eco 3D como negócio – Parte II

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O dono de um serviço de ecocardiografia têm dois caminhos:

1- Aumentar o volume de Eco 2D em valores decrescentes e com concorrentes em cada esquina.Aproveita o momento e faz um capital para a época “teste ergométrico” que o eco 2D está entrando.

2- Investe em novas tecnologias, como o 3D e paga para ver o que acontece.

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Veja o negócio da RM que faz Cardio:

O aparelho financiado em 60 meses custará 80 mil por mês para ser pago.

A manutenção custará 15 mil mensais.

Podemos supor que a máquina precisa gerar 95 mil por mês mais um excedente de 30% que serão os custos de funcionamento da equipe.

Mais 30 mil em uma conta mensal de 125 mil.

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Serão 80 a 100 exames por mês só para pagar as contas.

Fazendo 40 exames por semana, total de 160 exames mês, com pagamento médio de 1500,00 reais.

Faturando 240 mil por mês, a RM pode ser um bom negócio.

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O dono de serviço de RM que quiser realizar exames cardíacos deve pagar de 100 a 300 mil dólares para upgrade e software.

São exames demorados, mais de 1 hora, pacientes difíceis e necessita de equipe especial.

Só vale a pena para serviços com máquina ociosa!

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Com 100 mil dólares dá para comprar um eco 3D.

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Vale a pena para o 3D como foi para a RM?

Depende da tabela abaixo, que não inclui o 3D.

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Enquanto isso, existem formas de melhorar a produtividade com o 3D antes de poder cobrar.

1- Um máquina 3D em um serviço de baixa prevalência de patologias, como os convênios e Check up,

Otimizando o exame,a entrada e saída da sala, um 3D fará o serviço de 2 máquinas.

2- Usar o exame 3D como diferencial da clínica na cidade ou região. Marketing!

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As fábricas ajudam pouco, sem interesse claro.

Mas grandes empresas erram frequentemente.

A Kodak achava que máquinas digitais não iriam prosperar. A Microsoft desprezava o mercado de dispositivos móveis (Chamados de celulares).

No caso do 3D é ainda pior pois elas lucram mais com as vendas da RM!

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O D.I.C . poderia ajudar, mas está nessa abordagem Frankenstein dos serviços de imagem…

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Sobrou para você, meu amigo leitor, escolher continuar com a videolocadora até falir ou pagar para ver o futuro em 3D.