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Nossos enviados especiais e leitores fizeram um relato do encontro de ecocardiografia de BH.
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As aulas de deformação miocárdica e 3D dominaram os debates e corresponderam a 80% das discussões.
O mesmo acontece em congressos internacionais.
A diferença é que na Europa a medicina é quase toda financiada pelo estado e ecocardiografistas trabalham por hora e não por exame.
Nos EUA, executar exames de ecocardiografia não é tarefa para cardiologistas, na maior parte do país.
No Brasil, ganhamos por exame.
Nenhum pagamento é feito por uso do 3D ou estudo da deformação, na quase totalidade dos serviços.
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A sociedade da área precisa lutar pelo ressarcimento destas modalidades.
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Outro ponto predominante foi a nova diretriz de diástole Euro/Americana.
Alguém leu o texto do início ao fim, fora o Morcerf?
Porque se leu, percebeu que o texto discorda da conclusão.
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Devemos seguir esta “recomendação”?
É sempre arriscado discordar de uma diretriz de conhecedores do assunto.
Mas quem conhece a diástole profundamente?
Os estudos são recentes, passamos 30 anos só abordando a sístole!
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Nosso grupo continua apegado ao volume atrial esquerdo e sua sólida correlação com o prognóstico.
Temos uma queda pela medida da e´, desde que a onda s esteja acima de 10 cm/s.
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Soube que o Thor brilhou como esperado.
Mas seu artigo de isquemia por deformação subendocárdica ao repouso não recebeu a atenção que merecia. Ainda não estamos prontos?
De qualquer forma agradecemos a visita vindo do distante reino de Asgard.
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