Congresso de Eco em Outubro

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O congresso de Eco será em Outubro, não em Abril/Maio de 2017.

Não sabemos se a mudança de período será definitiva ou foi apenas para coincidir com o evento mundial.

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O congresso nas datas usuais fica muito próximo do SOCESP, segundo maior da área.

Fica difícil comparecer a ambos e ecocardiografistas clínicos acabam escolhendo um deles apenas.

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Ao se deslocar para Outubro, o congresso DIC ficará próximo do brasileiro de cardiologia.

Assim, a escolha por um deles também será necessária.

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Para quem faz a prova do título, mais tempo para estudar ajuda bastante.

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Nós preferimos o congresso DIC no segundo semestre também.

Dá mais tempo para preparar temas livres e comprar passagens antecipadas.

Também nos deixa livres para o congresso SOCESP, evento obrigatório para os paulistas.

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Poderia ser uma mudança definitiva?

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Exame no leito não têm tabela de normalidade.

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http://departamentos.cardiol.br/dic/publicacoes/revistadic/revista/2016/portugues/Revista04/08_artigo_original_164_port.pdf

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Conclusão

O posicionamento adequado do paciente no leito é de extrema importância para a obtenção de imagens de boa qualidade, com diminuição das prevalências de imagens de qualidade inferior, dessa forma contribuindo para a melhor acurácia do exame.

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Assunto muito importante abordado em artigo do DIC. 

Quando o paciente está em condições que inibem ou impedem o posicionamento correto, os cortes são prejudicados.

Principalmente os Paraesternais!

Por isso insistimos com os alunos de ecocardiografia para não informarem as medidas em modo M pois elas não serão comparáveis ao exame pós alta.

Qualquer avaliação PE no leito fica sem tabela de normalidade e sem correlação com o exame ambulatorial.

E pode e induz a erros de avaliação pois o clínico não é informado sobre este erro comum.

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O exame no leito só pode responder questões qualitativas ao Paraesternal, não quantitativas.

Mesmo o Simpson em decúbito dorsal não é o mesmo que o obtido ambulatorialmente em decúbito semi-dorsal.

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Ecocardiografia de vivos 


Passando visita na enfermaria descobri casos curiosos.

Paciente com duas próteses biológicas em posições Mitral e Aórtica aguardavam conduta.

Na ausculta, estenose leve e insuficiência leve em ambas.

Além de fibrilação Atrial.

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A ecocardiografia afirmava que havia estenose Mitral grave , com estenose aórtica moderada.

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Mas a pressão pulmonar era só 50 mmhg.

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Do ponto de vista fisiológico, uma restrição grave ao enchimento do VE combinada com restrição ao esvaziamento, seria fatal .

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Vendo as fotos , vemos que a disfunção diastólica desviou a curva do PHT e o gradiente maximo era de apenas 25 para uma média de 15 mmhg. 

Evidentemente equivocada.

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Combinação de valvopatias é mesmo um desafio ao ecocardiograma mas sempre devemos fazer uma leitura atenta do laudo antes de liberar.

O laudo tem que fazer sentido!

Echo Latinos

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Results From ECHO-SOL (Echocardiographic Study of Latinos)

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Conclusions—

Glucose intolerance and insulin resistance are associated with unfavorable cardiac structure and function, particularly worsened measures of diastolic function, even before the development of diabetes mellitus.

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Só latinos.

Interessante

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Feito no EUA mas com Latinos, pode ser mais próximo de nossa população que os estudos caucasianos.

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Pena que a época não é das melhores para avaliar Diástole diante de tantas contestações!!!

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Da nossa parte, alguém com e´> que 8cm/s na lateral ainda esbanja saúde diastólica.

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Átrio Esquerdo indexado, tão bom e tão pouco valorizado…

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http://circimaging.ahajournals.org/content/9/10/e005156

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Conclusion

The present study in patients with asymptomatic AS demonstrate that patients with no LA dilatation and normal E/e′ ratio are characterized by lower hemodynamic burden at rest and during exercise despite severe AS. Conversely, when LA dilatation is apparent, especially when E/e′ also is increased, the hemodynamic burden on the pulmonary circulation is increased especially with exercise. LA dilatation seems to be a morphophysiological sign of the hemodynamic consequence of AS.

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Até quando o assunto é Estenose Aórtica, quem determina o prognóstico é o volume indexado do AE.

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