O ápice do coração


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O ápice do coração sempre foi muito bem definido ao ecocardiograma pré segunda harmônica.

Era só utilizar o transdutor para criança e todos os trombos, aneurismas e trabeculações eram descritas em detalhes.

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Com a invenção de transdutores que analisam a segunda harmônica, o ápice foi apagado pela intensa potência necessária para gera ondas secundárias fortes o suficiente para retornarem ao transdutor.

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Como boa parte dos ecocardiografistas americanos não sabem descrever este fenômeno, passamos e encontrar textos que duvidavam da capacidade do ecocardiograma de analisar o ápice do VE.

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Bastava desligar a segunda harmônica, usar a maior frequência fundamental alcançada pelo transdutor (3,5-4,0-4,5), que o ápice apareceria rico em detalhes.

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Um transdutor infantil em frequência fundamental de 5,0 a 8,0 seria melhor ainda.

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Agora as fábricas entraram na briga, modificando os filtros e voltando a mostrar o ápice como a imagem acima.

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Com ou sem tecnologia, o ápice sempre foi território da ecocardiografia.

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