EchoTalk

As Carótidas venceram na ecocardiografia

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A maioria dos ecocardiografistas votantes realiza o exame de Doppler de Carótidas.

Motivos para realizar:

  1. É extremamente fácil
  2. É muito rápido
  3. O paciente é o mesmo do Eco e já está deitado
  4. O pagamento é relativamente melhor que o ecocardiograma
  5. O aparelho é praticamente o mesmo
  6. O valor prognóstico da íntima-média não existe em outros exames rápidos.
  7. Exame que pode ser indicado como avaliação de indivíduo sem doença

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Motivos para não realizar:

  1. Teimosia
  2. Teimosia
  3. Teimosia

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Obstrução da via de saída do VE no paciente crítico

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http://onlinelibrary.wiley.com/doi/10.1111/j.1540-8175.2010.01210.x/full

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Hypovolemia, catecholamine infusion, and mechanical ventilation induced geometric modification of the left ventricle causing a systolic anterior motion of the mitral anterior leaflet and a severe subaortic gradient. Simple restoration of fluids and discontinuation of medical therapy dramatically changed the outcome of the patient.

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Vemos frequentemente na UTI pacientes que não respondem às drogas vasoativas.

Temos que descartar a obstrução da via de saída induzida por drogas vasoativas!!!

É um fenômeno muito facilmente detectado ao ecocardiograma e a ausculta de sopro no foco aórtico acessório é uma pista importante.

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Ecocardiografia dos volumes

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https://ccforum.biomedcentral.com/articles/10.1186/s13054-016-1407-1

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Conclusion

Ultrasound imaging of vena caval diameter fluctuation with respiration is a safe, noninvasive method to assess fluid responsiveness in apneic patients on controlled mechanical ventilation. Two-thirds of patients will not be fluid responsive following an initial volume resuscitation of 30 ml/kg. In spontaneously breathing patients the degree of IVC fluctuation is a function of both respiratory effort and the pressure applied to assist ventilation, and without standardized ventilator settings it has not been proven a reliable indicator of fluid responsiveness.

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Que tal olharmos a via de saída ao invés da Veia cava?

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Early dynamic left intraventricular obstruction is associated with hypovolemia and high mortality in septic shock patients

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http://ccforum.biomedcentral.com/articles/10.1186/s13054-015-0980-z

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Conclusion

Left IVO is a frequent event in septic shock patients with an important correlation with fluid responsiveness. The mortality rate was found to be higher in these patients in comparison with patients without obstruction.

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Quando o coração bate “seco”, como nas fotos acima, dá vontade de assumir a prescrição do paciente na UTI e dizer:

Está na hora de infundir volume!!!

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Ecocardiografistas e as compras

Esforço para válvulas

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http://content.onlinejacc.org/article.aspx?articleid=1838843
Diagnostic Testing—Exercise Testing: Recommendation
    Class IIa

  • 1.Exercise testing is reasonable in selected patients with asymptomatic severe Valvular Heart Disease (VHD) to 1) confirm the absence of symptoms, or 2) assess the hemodynamic response to exercise, or 3) determine prognosis(4448). (Level of Evidence: B)

In a subset of patients, exercise stress testing will be of additional value in determining optimal therapy. Because of the slow, insidious rate of progression of many valve lesions, patients may deny symptoms as they gradually limit their activity level over years to match the gradual limitation imposed by the valve lesion. In patients with an equivocal history of symptoms, exercise testing helps identify those who are truly symptomatic. There may be patients in whom resting hemodynamics do not correlate with symptoms. In these patients, exercise hemodynamics may be helpful in determining the etiology of the symptoms, specifically in patients with mitral VHD. Exercise stress testing is of prognostic value in patients with asymptomatic severe aortic stenosis (AS) and provides further information about timing of intervention. Exercise testing in patients with severe VHD should always be performed by trained operators with continuous monitoring of the ECG and blood pressure (BP).

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A bicicleta é indispensável no ecoestresse de valvopatias.

É fundamental acompanhar o exames em todas as fases do exercício e interromper o esforço assim que a resposta for obtida.

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Como todo exames, o ecoestresse de vávopatias precisa ter uma pergunta clara antes, para fornecer uma resposta objetiva.

A pior proposta que existe em exames de imagem é não ter uma pergunta específica que gere o exame.

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Estenose aórtica valvar? Pode ser subvalvar ou supravalvar.

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http://onlinelibrary.wiley.com/doi/10.1111/echo.13356/full

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Esta semana vimos um caso de Estenose Aórtica Valvar aparentemente acentuada que constatamos ser moderada após descontarmos a velocidade acelerada na via de saída por hipertrofia septal.

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Aí não podemos desprezar a V0 da equação original de Bernoulli.

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Casos assim acabam sendo um desafio, mas não são tão raros.

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Vejam que podem ocorrer outras variações da anatomia.

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O cálculo da área fica comprometido com a análise do pulsado e VTI da via de saída.

Geralmente a velocidade excede o Doppler pulsado e não é possível um envelope do anel ou mesmo uma medida confiável das velocidades.

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De fatos, os erros mais comuns de avaliação da estenose aórtica valvar são resultados de análise inadequada da área da via de saída e fluxo no local exato.

O formato da via de saída não ajuda na hora de coincidir o ponto do pulsado com o ponto da medida de área.

 

Tomo e RM: Área de atuação têm que ter seu próprio departamento.

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http://jornal.cardiol.br/2016/novembro/edicao/#6

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Agora que já estão crescidos, os RM e  Tomo poderão formar seu próprio departamento ou sociedade dentro da SBC.

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Sinal verde para voltarmos a ser um departamento de ecocardiografia?

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Apostamos com qualquer leitor como isso vai acontecer de qualquer forma.

A área de atuação é só o primeiro passo para a separação.

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