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http://www.csecho.ca/wp-content/themes/twentyeleven-csecho/cardiomath/?eqnHD=echo&eqnDisp=avavti
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No papel é bem fácil estimar a área da valva aórtica na estenose.
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Medir a via de saída e colocar o pulsado no local exato já é outra história…
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Qualquer erro será multiplicado :

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E onde, exatamente, colocar o pulsado?

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Desafios: Local exato da medida na via de saída e ângulo do Doppler em relação ao vetor de fluxo.
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Quando nada disto é feito com rigor, surgem as estenoses graves (Área <1,0) com gradientes baixos.
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Pior, com fração de ejeção acima de 50%.
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Já cancelamos cirurgia de paciente na fila da estenose aórtica por diagnóstico equivocado do ecocardiograma ambulatorial.
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O laudo de ecocardiograma precisa fazer sentido do ponto de vista fisiopatológico.
Não pode ser uma invenção do método.
Têm que apresentar resultados concordantes e sinérgicos ou restará apenas a dúvida.
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Rigor nas medidas e ângulos, soma de achados acompanhantes e aí , sim= Laudo.
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