As pesquisas com poucos indivíduos e moedas lançadas poucas vezes.


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É incrível descobrir que apenas 20 pacientes estudados originaram uma das regras mais usadas em valvopatias!!!

http://circ.ahajournals.org/content/circulationaha/38/1/144.full.pdf

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Até a justificativa é confusa:

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Outro dia detectamos o uso do PHT para diagnóstico de Estenose Mitral em paciente de 78 anos!!!

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Usado totalmente fora do contexto do estudo inicial, só pode dar uma doença que não existe.

É preciso muito cuidado ao usar estudos limitados, com pequenas amostras, como os que frequentemente são publicados.

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Abaixo, a descrição em português, feita por Felipe Miranda, das lições de Nassin Taleb:

 

Há uma crença generalizada na capacidade de amostras pequenas refletirem a real distribuição da população.

De maneira um pouco mais formal, acreditamos que a lei dos grandes números pode valer também para os números pequenos. E o problema disso é que somos levados a conclusões equivocadas.
Se você jogar uma moeda pra cima milhões de vezes, é provável que metade das
observações sejam caras. Mas se você o fizer duas ou três vezes apenas, pode ser que todos os resultados sejam coroa.

Amostras pequenas são altamente suscetíveis a padrões meramente aleatórios – ou à falta de padrão, sei lá.
A tendência a acreditar na validade da lei dos pequenos números, como se ela pudesse se apropriar das mesmas características da lei dos grandes números, é, na verdade, um problema mais amplo, associado às dificuldades do cérebro em pensar estatisticamente com precisão.

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