Refluxo Mitral é análise inteligente, não é uma simples conta.

https://onlinelibrary.wiley.com/doi/full/10.1002/ehf2.12491

GOOGLE TRANSLATOR= Dois ensaios recentes de reparo transcateter de válvula mitral em pacientes com regurgitação mitral funcional (FMR) apresentaram resultados opostos para o MitraClip® em comparação com a terapia médica isolada. Os resultados conflitantes deram origem a discussões intensivas sobre a avaliação da regurgitação mitral (RM). Um recente ponto de vista editorial forneceu uma explicação potencial, apresentando um novo conceito fisiopatológico. Entretanto, a caracterização ecocardiográfica dos pacientes de ambos os estudos é inconsistente e os conceitos discutidos parecem sofrer de fragilidades de plausibilidade. É bem concebível que as limitações na avaliação ecocardiográfica dos pacientes do estudo tenham introduzido um viés em relação à seleção de pacientes com RM grave (ou menos grave) que pode ser uma explicação mais plausível para as diferenças no desfecho. Aqui ilustramos nosso ponto de vista em relação aos dois ensaios do MitraClip e também ilustramos as dificuldades em avaliar adequadamente a RM funcional. Pode de fato ser “abrir a caixa de Pandora”, mas também tentaremos fornecer uma solução.

Aceita-se que, utilizando a abordagem da área de superfície de isovelocidade proximal popular (PISA) para quantificação da gravidade da RM, o cálculo da EROA e, consecutivamente, também de RV, determinado pelo método PISA, é altamente propenso a erros metodológicos.4, 7-9, 16 , 17 O centro da área do orifício e os PISAs máximos devem ser corretamente visualizados em um plano seccional representativo. Pressupostos matemáticos de uma área de escritórios redondos, uma formação de jato central e PISA simétricos em forma de esfera raramente estão presentes na realidade. Além disso, a regurgitação mitral é dinâmica, o que dificilmente pode ser totalmente caracterizado por um único instantâneo durante o ciclo cardíaco. Apesar dessas limitações, o método PISA foi usado nos dois últimos ensaios para quantificação de RM. Não surpreendentemente, o MITRA-FR apresenta dados conclusivos de RV, enquanto o estudo COAPT não foi capaz de fornecer dados conclusivos usando o método PISA.

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Artigo enviado por Leandro Becker

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Mais importante :

A avaliação ecocardiográfica da gravidade da FMR como realizada no COAPT e MITRA-FR não parece ser apropriada para a identificação de pacientes que derivam um efeito terapêutico da terapia percutânea da válvula mitral (um viés de seleção substancial parece provável). O VR calculado nos pacientes com FMR no COAPT parece ser maior que o volume total de ejeção. Com relação às limitações da classificação semiquantitativa da gravidade da RM, incluindo o método 2D-PISA, estudos futuros analisando os efeitos terapêuticos na RSF devem fornecer uma avaliação quantitativa do FR individual.

Ecocardiografia na IC

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https://link.springer.com/chapter/10.1007/978-3-319-71617-6_25

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Quando comecei na Ecocardiografia, Bijoy K. Khandheria era a estrela do método que topava vir ao Brasil para as aulas.

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Muito bom professor e de simpatia única.

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Quando ele insiste em usar o esquema abaixo, fico tentado e imitar seu exemplo:

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O texto todo é muito bom.

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Aqui em PDF https://link.springer.com/content/pdf/10.1007%2F978-3-319-71617-6_25.pdf

A fisiopatologia está na cavidade que recebe o refluxo. Quando indicar intervenção na Insuficiência Aórtica?

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http://www.onlinejacc.org/content/early/2019/02/15/j.jacc.2019.01.024?utm_medium=email_newsletter&utm_source=jaccjournals&utm_campaign=spub&utm_content=20190315

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Compared with patients having LVESDi <20 mm/m2, those with LVESDi 20 to 25 mm/m2(hazard ratio: 1.53; 95% confidence interval: 1.01 to 2.31) and ≥25 mm/m2 (HR: 2.23; 95% confidence interval: 1.32 to 3.77) had increased risks of death.

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Conclusions Class I indications for surgery, mainly symptoms, are the most common triggers for AVR. Class II indications were associated with better post-operative outcome and thus merit more attention. LVESDi was the only LV parameter independently associated with all-cause mortality and the ideal cutoff seems to be lower than previously recommended.

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Longe de sermos a favor de intervenções precoces, a leitura do artigo acima coloca o problema de seguir diretrizes sem independência. 

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A fisiopatologia da insuficiência aórtica crônica é clara. Vai dilatar o ventrículo esquerdo se for significativa.

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Sintomas são importantes e sempre vão valer como indicação, mas precisam ser meçhor pesquisados em indivíduos com baixa carga de atividades físicas.

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A evolução da Vena Contracta e de medidas ao ColorDoppler não podem apagar a importância da dilatação da cavidade ventricular.

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A medida criteriosa da cavidade ventricular indexada, talvez seja a informação mais importante do ecocardiograma na IAo.

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Também o Ecoestresse físico pode ajudar nos casos com dilatação limítrofe e “assintomáticos “.

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Válvula aórtica bivalvulada

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The Bicuspid Aortic Valve

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Seguindo na Aorta bivalvulada, temos o texto fundamental acima.
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Video aula :
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https://youtu.be/kdyFIDdmDWc
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Bicuspid Aortic Valve in Marfan Syndrome

zhc0021202810002

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https://www.ahajournals.org/doi/10.1161/circulationaha.111.054676

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Discussion

The main finding of our study is the low rate of aortic events in a population diagnosed with Marfan syndrome according to the international criteria (Ghent nosology)9 when current recommendations are applied, ie, systematic β-blockade, advice about sports and physical activity, regular aortic measurements with echocardiography, and prophylactic aortic root surgery for an absolute aortic diameter of 50 mm.15 With the use of these rules, 7 aortic events occurred among 732 patients during a follow-up of 6.6±4.3 years, leading to an annual risk of 0.17%. This risk can be stratified according to aortic diameter, as shown in Figure 2. When only patients with aortic diameter <50 mm were considered and excluding 1 neonatal patient with Marfan syndrome, a pregnant woman with an aortic diameter of 45 mm, and a 72-year-old woman who had undergone 2 previous surgeries and had had 1 acute myocardial infarction, the annual risk was <0.05%. Preventing aortic dissection is critical because it is well established that previous aortic dissection alters survival, particularly if dissected aorta remains after surgery,16 and these short- and long-term risks are to be compared with the risk of preventive aortic surgery, which is low in experienced centers.

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A cirurgia de Aorta no Marfan depende quase que exclusivamente de um acompanhamento rigoroso da ecocardiografia.

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Indicar o procedimento com 50 mm está escrito como favorável mas causa hesitação em muitos clínicos.

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Eles precisa confiar no ecocardiografista para decidir.

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The Root of the Problem

https://www.ahajournals.org/doi/full/10.1161/CIRCIMAGING.119.008860

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Acima um editorial muito interessante sobre o tema.

Seria a Bivalvulada uma complicação para indicar mais precocemente?

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The timing of preventive aortic root replacement in MFS is determined by aortic diameter but is informed by other factors including aortic growth rate, family history of aortic dissection, arterial tortuosity, diffuse aortic dilatation, requirement for mitral valve surgery, pregnancy, prior type B dissection, and patient and physician wishes. BAV may coexist in MFS at a rate similar to the general population and, although this has not been associated with an increased risk for dissection, appears to relate to a larger aortic root diameter for a given age and the requirement for preventive surgery at an earlier age based on this important new contribution.

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Menos ganho, por favor

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O Twitter hoje é o verdadeiro espaço da ecocardigrafia mundial

É possível selecionar e seguir apenas quem expõe imagens de ecocardiografias ou exames subsidiários.

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Você descobre que erros de residentes ainda são produzidos em laboratórios experientes

Como o exame acima, com ganho do ColorDoppler muito acima do ideal.

Estraga a imagem e impede uma análise crítica.