Refluxo Mitral em 2018

1-s2.0-S1936878X18301086-fx1

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https://www.sciencedirect.com/science/article/pii/S1936878X18301086?via%3Dihub

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Mitral Valve Regurgitation in the Contemporary Era: Insights Into Diagnosis, Management, and Future Directions

As variações de pressões e velocidades

cjc23040b1

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https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pmc/articles/PMC2794462/

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When the blood flow contracts to pass through a stenotic orifice, a portion of the potential energy (ie, blood pressure) is converted into kinetic energy, thus resulting in a pressure drop and acceleration of flow (Figure 1) (,). Downstream of the vena contracta, the flow jet re-expands, which causes flow turbulences. As a result of these turbulences, a large part of the kinetic energy is irreversibly lost as heat. Nonetheless, a portion of the kinetic energy is reconverted back to potential energy (pressure). The extent of this pressure recovery essentially depends on the relationship between the size of the valve orifice and the size of the aorta (Figure 1) (). The smaller the valve orifice relative to the size of the aorta, the more flow turbulence will occur and the less energy will be available to be recovered as pressure.

Doppler measurements rely on the maximum velocity or gradient measured across the aortic valve at the level of the vena contracta. On the other hand, catheterization measurements are generally performed a few centimeters downstream of the valve, where the pressure is fully recovered. As a result, the pressure gradient recorded by catheterization, which corresponds to the ‘recovered’ or net pressure gradient, tends to be lower than the Doppler gradient, especially in patients with smaller aortas (ie, aortic diameter at the sinotubular junction less than 30 mm). Consistently, catheter measurements will also yield larger values for EOA, compared with measurements derived from Doppler. In this context, it should be emphasized that the American College of Cardiology/American Heart Association guidelines were first established based on data obtained from catheter measurements (). The same cut-point values (eg, EOA less than 1.0 cm2 for severe AS) were then extended to echocardiographic data on the assumption that Doppler EOA and catheter EOA were equivalent parameters and indeed, the guidelines make no distinction between catheter and Doppler measurements of EOA. However, these parameters are not, in fact, equivalent, and differences in results of up to 50% may be observed depending on the size of the aorta and the severity of the stenosis

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Texto muito bom e explicativo das diferenças entre os gradientes obtidos ao CATETERISMO e ao ECOCARDIOGRAMA.

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A energia que ele afirma ser “perdida” na forma de calor, pode ser a responsável por dilatar a raiz da aorta?

Sendo assim, estenose grave só deveria ser encontrada em paciente com raiz da aorta dilatada.

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Então as dimensões da raiz da aorta deveriam entrar na avaliação da gravidade da estenose.

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Próteses ao ecocardiograma

Figure2

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https://www.hvt-journal.com/articles/art46

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Table 3. Echocardiographic indices of the severe obstruction of replaced aortic valve (7, 8, 13, 15, 47)
Thickening or limited mobility of cusps or occluding discs
Calculated by Doppler method effective orifice area (EOA)  >0.35 cm2 less than expected  (in comparison with normal values for implanted type of prosthesis)
Narrowed systolic colour flow through the valve
Change in measurements more than 25% on serial studies
In a case of the previous data absence:

  • Effective orifice area (EOA) <0.8 cm2
  • Peak velocity (V max) ≥4.0 ms
  • Mean pressure gradient ≥35 mm Hg
  • Acceleration time of systolic flow >100 ms

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Artigo muito bom para quem ficou curioso com a aula do DIC.

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  • Acceleration time of systolic flow >100 ms

Surpresa vermos o uso desta importante informação ao ecocardiograma que têm sido menosprezada nos últimos tempos.

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A aceleração prolongada é um excelente marcado da resistência ao esvaziamento ventricular e marcador de estenose funcionalmente significativa.

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Robô contra Clip

Bi-leaflet prolapsed mitral valve

Robotic mitral valve repair for all prolapse subsets using techniques identical to open valvuloplasty: Establishing the benchmark against which percutaneous interventions should be judged

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https://www.jtcvs.org/article/S0022-5223(11)00752-5/fulltext

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MitralClip é bom mas a robótica é superior, afirma o artigo acima.

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A cirurgia ainda resiste com avanços na robótica.

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Gostaria de ver uma comparação de custos!

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MitralClip Brasil

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http://www.rbci.org.br/pt/tratamento-percutaneo-da-insuficiencia-mitral/articulo/S0104184315000508/

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Publicação de dois casos em 2015 levantou o uso do MitralClip no país.

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Primeiro caso mostra uma interessante indicação por rutura de cordoalhas, que levaria a cirurgia aberta em nosso serviço.

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Complicação com Embolia pulmonar fatal impediu evolução e acompanhamento

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Segundo caso também por rutura em paciente de 93 anos.

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Esta pode ser acompanhada por 6 meses pelo menos e apresentou evolução muito boa.

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Os dois casos são emblemáticos pois mostram um tipo de paciente que está se tornando mais comum.

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O idoso com cordoalhas frouxas ou rompidas.

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São pacientes muito difíceis de controlar clinicamente.

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O idoso já tem disfunção diastólica natural, trabalha em pressões atriais mais elevadas e sem o recurso de sucção  ventricular pleno.

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Pequenos volumes subitamente acrescentados ao átrio esquerdo por regurgitações agudas são difíceis de compensar.

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Estes dois casos de intervenção endovascular são ilustrativos e atraentes para pacientes com os achados ilustrados.

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Assista no DIC 2018

14:00-14:30 CONFERÊNCIA: ESTADO DA ARTE NA INTERVENÇÃO PERCUTÂNEA DA VALVA MITRAL (MITRA CLIP E NOVAS PERSPECTIVAS)
Presidente: Maria Do Carmo Pereira Nunes (MG)
Palestrante: Judy Hung (Estados Unidos)
14:30-15:30 MESA REDONDA: ECOCARDIOGRAFIA NAS INTERVENÇÕES PERCUTÂNEAS
Moderador: Marcos Valério Coimbra Resende (SP)
Defeitos do septo interatrial
Palestrante: Renata de Sá Cassar (SP)
Fechamento de leak para valvar mitral
Palestrante: José Fernando Arruda (SC)
Alcoolização septal na cardiomiopatia hipertrófica
Palestrante: Vera Rigolin (Estados Unidos)
Discussão

No TEE, o melhor é não ir tão fundo?

1a

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• Endoscope diameter = 7.0 mm; length = 70 cm

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Motivado por palestrantes do VALVE 18 em NY, nosso sonho de consumo no hospital agora é a aquisição, em andamento,  de um transesofágico fino, tipo infantil.

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Para abolir a sedação e realizar o exame invasivo em 5 minutos!

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Sente falta do corte Transgástrico?

Onde você esteve nos últimos anos da ecocardiografia????

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Estenose aórtica será igual intervenção (2) ?

F1.medium

http://circimaging.ahajournals.org/content/11/6/e007451

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Progression of Hypertrophy and Myocardial Fibrosis in Aortic Stenosis

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Conclusions: In patients with aortic stenosis, cellular hypertrophy and diffuse fibrosis progress in a rapid and balanced manner but are reversible after AVR. Once established, midwall LGE also accumulates rapidly but is irreversible post valve replacement. Given its adverse long-term prognosis, prompt AVR when midwall LGE is first identified may improve clinical outcomes.

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GOOGLE Translation:

Conclusões: Em pacientes com estenose aórtica, a hipertrofia celular e a fibrose difusa progridem de forma rápida e balanceada, mas são reversíveis após a AVR. Uma vez estabelecida, a midwall LGE também acumula rapidamente, mas é irreversível após a substituição da válvula. Dado o seu prognóstico adverso a longo prazo, a AVR(Troca)  imediata quando o LGE (late gadolinium enhancement) midwall é identificado pela primeira vez pode melhorar os resultados clínicos.

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Foram 42 mil TAVIs nos EUA no ano passado.

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Vão chegar rápido ao meio milhão em 5 anos.

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