Mismatch na TAVR

Prosthesis-Patient Mismatch Following Transcatheter Aortic Valve Replacement With Supra-Annular and Intra-Annular Prostheses

https://doi.org/10.1016/j.jcin.2019.07.027

Auto expandidas:

Expandidas por balão:

Conclusions

SEV ( self-expandable valves ) were associated with a lower frequency of PPM compared with BEV ( balloon-expandable valves ) irrespective of annulus area. The difference was mainly driven by larger patients with BSA >1.83 m2.

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Por que as auto expandidas geram menos gradiente e mismatch?

Comparada à expandida por balão:

Hipótese:

Como a maioria dos pacientes são idosos com septo sigmóide, uma prótese que age mais profundamente na via de saída pode ajudar no gradiente pré valvar.

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Anel Mitral para quem só pensa em cúspides

http://imaging.onlinejacc.org/content/10/12/1434

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Mitral annular disjunction (MAD) is characterized by detachment of the roots of the annulus from the ventricular myocardium to which it would normally be attached. Because the fibrous trigones are densely fibrotic, the base of the anterior leaflet is unaffected and only the area under the posterior leaflet, specifically under P1 and P2 scallops, is affected. There is no detachment of the annulus from leaflets or from atrial wall.

A disjunção anular mitral (MAD) é caracterizada pelo descolamento das raízes do anel do miocárdio ventricular ao qual ele normalmente estaria ligado. Como os trigônios fibrosos são densamente fibróticos, a base do folheto anterior não é afetada e apenas a área sob o folheto posterior, especificamente sob escalopes P1 e P2, é afetada. Não há descolamento do anel de folhetos ou da parede atrial.

Refluxo Mitral é análise inteligente, não é uma simples conta.

https://onlinelibrary.wiley.com/doi/full/10.1002/ehf2.12491

GOOGLE TRANSLATOR= Dois ensaios recentes de reparo transcateter de válvula mitral em pacientes com regurgitação mitral funcional (FMR) apresentaram resultados opostos para o MitraClip® em comparação com a terapia médica isolada. Os resultados conflitantes deram origem a discussões intensivas sobre a avaliação da regurgitação mitral (RM). Um recente ponto de vista editorial forneceu uma explicação potencial, apresentando um novo conceito fisiopatológico. Entretanto, a caracterização ecocardiográfica dos pacientes de ambos os estudos é inconsistente e os conceitos discutidos parecem sofrer de fragilidades de plausibilidade. É bem concebível que as limitações na avaliação ecocardiográfica dos pacientes do estudo tenham introduzido um viés em relação à seleção de pacientes com RM grave (ou menos grave) que pode ser uma explicação mais plausível para as diferenças no desfecho. Aqui ilustramos nosso ponto de vista em relação aos dois ensaios do MitraClip e também ilustramos as dificuldades em avaliar adequadamente a RM funcional. Pode de fato ser “abrir a caixa de Pandora”, mas também tentaremos fornecer uma solução.

Aceita-se que, utilizando a abordagem da área de superfície de isovelocidade proximal popular (PISA) para quantificação da gravidade da RM, o cálculo da EROA e, consecutivamente, também de RV, determinado pelo método PISA, é altamente propenso a erros metodológicos.4, 7-9, 16 , 17 O centro da área do orifício e os PISAs máximos devem ser corretamente visualizados em um plano seccional representativo. Pressupostos matemáticos de uma área de escritórios redondos, uma formação de jato central e PISA simétricos em forma de esfera raramente estão presentes na realidade. Além disso, a regurgitação mitral é dinâmica, o que dificilmente pode ser totalmente caracterizado por um único instantâneo durante o ciclo cardíaco. Apesar dessas limitações, o método PISA foi usado nos dois últimos ensaios para quantificação de RM. Não surpreendentemente, o MITRA-FR apresenta dados conclusivos de RV, enquanto o estudo COAPT não foi capaz de fornecer dados conclusivos usando o método PISA.

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Artigo enviado por Leandro Becker

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Mais importante :

A avaliação ecocardiográfica da gravidade da FMR como realizada no COAPT e MITRA-FR não parece ser apropriada para a identificação de pacientes que derivam um efeito terapêutico da terapia percutânea da válvula mitral (um viés de seleção substancial parece provável). O VR calculado nos pacientes com FMR no COAPT parece ser maior que o volume total de ejeção. Com relação às limitações da classificação semiquantitativa da gravidade da RM, incluindo o método 2D-PISA, estudos futuros analisando os efeitos terapêuticos na RSF devem fornecer uma avaliação quantitativa do FR individual.

Ecocardiografia na IC

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https://link.springer.com/chapter/10.1007/978-3-319-71617-6_25

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Quando comecei na Ecocardiografia, Bijoy K. Khandheria era a estrela do método que topava vir ao Brasil para as aulas.

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Muito bom professor e de simpatia única.

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Quando ele insiste em usar o esquema abaixo, fico tentado e imitar seu exemplo:

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O texto todo é muito bom.

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Aqui em PDF https://link.springer.com/content/pdf/10.1007%2F978-3-319-71617-6_25.pdf

A fisiopatologia está na cavidade que recebe o refluxo. Quando indicar intervenção na Insuficiência Aórtica?

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http://www.onlinejacc.org/content/early/2019/02/15/j.jacc.2019.01.024?utm_medium=email_newsletter&utm_source=jaccjournals&utm_campaign=spub&utm_content=20190315

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Compared with patients having LVESDi <20 mm/m2, those with LVESDi 20 to 25 mm/m2(hazard ratio: 1.53; 95% confidence interval: 1.01 to 2.31) and ≥25 mm/m2 (HR: 2.23; 95% confidence interval: 1.32 to 3.77) had increased risks of death.

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Conclusions Class I indications for surgery, mainly symptoms, are the most common triggers for AVR. Class II indications were associated with better post-operative outcome and thus merit more attention. LVESDi was the only LV parameter independently associated with all-cause mortality and the ideal cutoff seems to be lower than previously recommended.

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Longe de sermos a favor de intervenções precoces, a leitura do artigo acima coloca o problema de seguir diretrizes sem independência. 

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A fisiopatologia da insuficiência aórtica crônica é clara. Vai dilatar o ventrículo esquerdo se for significativa.

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Sintomas são importantes e sempre vão valer como indicação, mas precisam ser meçhor pesquisados em indivíduos com baixa carga de atividades físicas.

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A evolução da Vena Contracta e de medidas ao ColorDoppler não podem apagar a importância da dilatação da cavidade ventricular.

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A medida criteriosa da cavidade ventricular indexada, talvez seja a informação mais importante do ecocardiograma na IAo.

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Também o Ecoestresse físico pode ajudar nos casos com dilatação limítrofe e “assintomáticos “.

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Válvula aórtica bivalvulada

Slide 1

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The Bicuspid Aortic Valve

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Seguindo na Aorta bivalvulada, temos o texto fundamental acima.
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Video aula :
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https://youtu.be/kdyFIDdmDWc
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