TomTec concorda com EchoTalk

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https://academic.oup.com/ehjcimaging/article/19/2/176/2972856

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Conclusion

The mitral annulus is enlarged and stiff in FMR patients, whereas in FED and BD it is characterized by excessive dynamicity during systole. Enhanced annular dynamics leads to significant changes in grade of MR measured by 3D TEE particularly in those with late onset MR.

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Ao longo da sístole, os controles mostraram uma expansão gradual do diâmetro do PA, da circunferência do anel e da área (No entanto, não houve alterações na largura) No entanto, a dinâmica do anel mitral foi menos pronunciada do que nos controles, sugerindo redução da motilidade do anel mitral.  Alterações na configuração em forma de sela do anel mitral foram mais pronunciadas  em comparação com controles, particularmente no final da sístole sugerindo um anel mitral mais dinâmico.

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A deformação do anel é o mais importante no Prolapso.

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Defendemos este mecanismo aqui no blog, mesmo sem o 3D :

https://echotalkblog.com/2015/11/12/o-prolapso-mora-no-posterior/

https://echotalkblog.com/2008/11/19/prolapso-deformacao-do-anel/

https://echotalkblog.com/2009/07/31/eu-acredito-em-prolapso/

Transesofágico: Chega de transdutor de adulto?

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O que precisa ser visto no corte transgástrico que justifica o uso do transdutor adulto com 110 cm?

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Com que frequência o corte transgástrico é indispensável???

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Vejam que para ter os 110 cm de penetração precisamos aumentar a área do transdutor de 38 para 86 mm2!!!

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Para ver trombos e válvulas, 70 cm dão e sobram. Ainda mais em brasileiros com média de altura inferior aos 1,75 m de americanos.

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Vantagem óbvia de menos incômodo e apenas anestesia tópica.

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Mirando a Lua e acertando as Estrelas : TAVR

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= Alain Cribier

https://academic.oup.com/eurheartj/article/38/9/615/3061853

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In 2017, we are far from the end of the TAVR’s odyssey and the potential of this disruptive technology remains explosive. If we believe our crystal ball, in 2022, for the 20th anniversary of TAVR, new reports in the Journal will confirm TAVR as the predominant therapy for the treatment of patients with severe aortic stenosis.

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AQUI

https://www.sciencedirect.com/science/article/pii/S0735109717373217

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Não existe alguém mais fã da TAVR que o professor Alain Cribier.

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Mesmo assim, ele levanta uma questão importante:

A further and broad expansion of TAVR in low-risk or younger patients may come from the expected results of 3 ongoing major randomized trials in this population. However, long-term durability of the valves is the unanswered question that remains to be addressed before extension of indication to patients with long life expectancy.

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Ao realizar o procedimento em indivíduos com expectativa de vida superior a 10, 15 ou até 20 anos, precisamos estar convictos da duração da prótese!!!

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TAVI precisa de TEE?

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http://spo.escardio.org/eslides/view.aspx?eevtid=49&fp=71

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Enquanto debatemos a obrigatoriedade do TEE na TAVI, (Transesophageal echocardiography guidance decreased from 60.7% to 32.3% of cases, whereas more recent procedures were increasingly performed in hybrid operating rooms (15.8% vs. 35.7%)) ainda existe a polêmica do uso em pacientes de risco cirúrgico aceitável:

Temporal Trends in Transcatheter Aortic Valve Replacement in France: FRANCE 2 to FRANCE TAVI

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https://www.sciencedirect.com/science/article/pii/S0735109717372467?via%3Dihub

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Mas o uso do TEE está em debate. Pior, está em queda.

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Mais um procedimento que escapa da área de ecocardiografia…

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Strain da aorta. Estenose e insuficiência

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Aortic Valve Disease and Vascular Mechanics: Two-Dimensional Speckle Tracking Echocardiographic Analysis

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http://onlinelibrary.wiley.com/doi/10.1111/echo.13236/full

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Conclusions

Quantitative measures of aortic mechanics were lower for AS patients, suggesting a more significant derangement of aortic elastic properties. In the context of AVD, vascular mechanics assessment proved useful in gauging clinical prognosis.

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Estudo interessante mostra o efeito da insuficiência e da estenose na Aorta.

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A marcante redução da distensão da Aorta na estenose pode ser vista claramente com o Strain.

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Mais uma demonstração da utilidade do método.

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Feigenbaum: Ecocardiografia Separada!!! Agora o DIC vai ter que ouvir.

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O papa da ecocardiografia mundial, autor do livro obrigatório da área, repete literalmente o que o blog EchoTalk afirma quase semananalmente:

  • Ecocardiografia é um método diferenciado na cardiologia e precisa ser tratado em separado dos outros métodos radiológicos.

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Desafio um presidente ou diretor do DIC capaz de, merecidamente, dizer que o mestre Feigenbaum está ERRADO.

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Quem é contra o Feigenbaum deveria deixar o transdutor de lado e virar laudador de TC ou RM, sem desmerecimento.

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Mismatch indexado por superfície corporal?

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http://www.sciencedirect.com/science/article/pii/S0735109712024849?via%3Dihub

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Artigo interessante enviado por Bárbara.

Mismatch está cada vez mais importante com o surgimento das TAVI.

E também com as próteses tradicionais em idosos, onde o anel calcificado dificulta a implantação de próteses adequadas.

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Não é fácil acreditar que a indexação por superfície corporal pode resolver o problema da análise.

O cálculo = SC (m2) = 0,007184 X ( Altura (cm)  )0,725) X ( Peso (kg) )0,425 ) 

envolve o peso de idosos, que tendem a ser menores após os 70 anos.

Bem com a altura, fruto da compactação e curvatura vertebral.

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SC baixos vão gerar áreas indexadas maiores (Índice= área/SC).

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Precisamos nos preparar para o aumento de Mismatch!!!

 

MitralClip: Eco Transtorácico resolve.

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http://onlinelibrary.wiley.com/doi/10.1111/echo.13592/full

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Conclusions

A considerable proportion of patients have optimal mitral valve morphology for MitraClip. Moreover, TTE was particularly useful in determining whether or not the anatomical criteria for MitraClip implant were met in the majority of patients with secondary MR but in only a minority of those with primary MR.

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O clip Mitral surge como opção considerável para o tratamento da insuficiência com repercussão clínica.

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É frequente a explicação para a tese que um ventrículo ruim não sai bem da extracorpórea por retirada do “escape” de baixa pressão que seria o átrio esquerdo.

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Como sabemos que todas as intervenções acabam por diminuir a área Mitral na diástole, criando estenose, uma restrição ao enchimento ventricular pode ser mais importante que a ausência de “escape”.

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Em uma situação de ventrículo dilatado, diminuir o enchimento ventricular é catastrófico.

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Todas as plástica Mitrais e a maioria das próteses provocam estenose relativa em relação ao estágio de insuficiência  pura.

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O MitralClip também provoca estenose.

Como o ventrículo ruim se adapta ?

ou apenas ventrículos bons apresentariam respostas positivas?

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