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Tenho testado mudar a sequência de janelas no exame de rotina.
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Com o paciente em decúbito dorsal, começo pela janela apical.
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Faço a Subcostal e Supraesternal em sequência.
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Coloco o paciente em decúbito lateral para terminar com o corte Paresternal.
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Vantagens?
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No mundo do 3D fará mais sentido começar com o apical, com todos os volumes acessíveis.
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Subcostal e Supraesternal descartam os erros congênitos e informam a volemia.
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Quando chego ao Paraesternal, já sei tudo do exame e posso me dedicar a morfologia das valvas.
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O tempo dedicado ao exame não muda.
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Sinto que o paciente deita mais rapidamente na posição de decúbito dorsal e só muda uma vez de posição.
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Alguma inclinação pode ser necessária no Apical , mas não atrasa o exame.
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Já tentaram?
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Interessante, quando faço exames no hospital , via de regra faço assim como descrito, pois o paciente já está no leito ou maca em decúbito dorsal , mas na clinica , acabamos seguindo a sequencia medular de muitos anos…..
Temos adotado aqui rotineiramente a avaliação pelas janelas Subcostal e Supraesternal inicialmente e colocando o paciente me decúbito lateral em seguida, mudamos a estratégia e realmente o paciente já se posiciona mais facilmente sem perdermos tempo tentado explicar para onde virar, diminuindo o tempo pele-transdutor.
Boa maneira de realizar o exame! Mas ainda acredito que a sequência do exame tem como principal função auxiliar o ecocardiografista no seu raciocínio diagnóstico, evitando falhas ou analises incompletas e se possível no menor tempo.. O que me chama a atenção nesta sequencia é o apical em decúbito dorsal em época de janelas acústicas cada vez mais desfavoráveis. O que acham?
Surpreendente como o 4C apical não é pior no decúbito dorsal !