Strain mais confiável que o 3D?

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https://www.sciencedirect.com/science/article/pii/S0894731717305266?via%3Dihub

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Reliability of Left Ventricular Ejection Fraction from Three-Dimensional Echocardiography for Cardiotoxicity Onset Detection in Patients with Breast Cancer

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Highlights

The exclusive use of the LVEF index seems inappropriate for cardiotoxicity onset assessment.

Variability in LVEF computation is a confounding factor for cardiotoxicity monitoring.

Different software packages should not be used interchangeably for LVEF monitoring.

GLS should be integrated with LVEF monitoring during and after chemotherapy administration.

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Por esta nós não esperávamos!

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Grupo italiano documenta a confiabilidade do Strain comparado ao 3D em quimioterapia.

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E o Strain foi mais confiável.

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Após tantos anos, o 3D ainda não está pronto e padronizado.

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Cada máquina faz os seus milhões de cálculos e reconstruções.

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Será que o 3D na ecocardiografia vai ficar com o mesmo papel que tem na Tomografia, só serve para uma foto bonita???

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Diástole 3D

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Impact of Left Ventricular Diastolic Property on Left Atrial Function from Simultaneous Left Atrial and Ventricular Three-Dimensional Echocardiographic Volume Measurement

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https://www.ajconline.org/article/S0002-9149(17)30187-X/fulltext

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In conclusion, simultaneous LA and LV volumetric analyses through 3D echocardiography clearly demonstrate the characteristic LA functional alterations following LA dilation caused by LV diastolic dysfunction.

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Não basta mais medir o volume atrial esquerdo para avaliar a diástole.

O 3D inova com a curva do volume atrial esquerdo.

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Feita de modo quase automático ao 3D, pode se tornar rápida o suficiente para virar rotina.

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Mais uma demonstração que a revolução do 3D só esta esperando uma máquina abaixo de 150 mil para ocorrer.

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NÃO SOIS MÁQUINA, HOMENS É QUE SOIS.

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Automated border detection in three-dimensional echocardiography: principles and promises

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https://academic.oup.com/ehjcimaging/article/11/2/97/2397101

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Artigo acima muito interessante. Coloca a detecção da borda automática no lugar certo, hoje.

Temos tentado adotar a fração de ejeção por Simpson no modo automático como obrigatório no exame, já que o ECG está sempre ligado.

Pode desenhar à vontade mas faça em seguida a borda automática.

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Quem chegou mais longe na detecção de bordas foi a Acuson-Siemens, acima.

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O aparelho topo de linha mundial tem tudo (https://static.healthcare.siemens.com/siemens_hwem-hwem_ssxa_websites-context-root/wcm/idc/groups/public/@global/@imaging/@ultrasound/documents/download/mda4/mtqy/~edisp/v2_us_sc2000_general_cardiologist_flyer-05224462.pdf)

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A novidade foi colocarem a detecção completa deles para 2D no aparelho intermediário, X700

https://static.healthcare.siemens.com/siemens_hwem-hwem_ssxa_websites-context-root/wcm/idc/groups/public/@global/@imaging/@ultrasound/documents/download/mdaz/mzc1/~edisp/acuson_x700_cardiology_flyer-01433427.pdf

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Assim, o ecocardiograma básico vai ficando cada vez mais fácil, deixa de ser “estado da arte” para ser trabalho de máquinas.

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A boa notícia é que o STRAIN , Ecoestresse,  4D, TAVR, Válulas e outros ainda precisam bastante de um ecocardiografista habilidoso

 

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Entenderam a dica????

 

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