Aprendendo a desenhar o ecocardiograma

gr6

.

http://www.onlinejase.com/article/S0894-7317(17)30528-X/fulltext

.

Standardized Delineation of Endocardial Boundaries in Three-Dimensional Left Ventricular Echocardiograms

.

Conclusions

Comparing 3D LV tracings, the endocardial areas that are the most difficult to delineate were identified. The suggested protocol for LV tracing resulted in very good agreement among operators. The reference 3D meshes are available for online testing and ranking of LV tracing algorithms.

Feigenbaum: Ecocardiografia Separada!!! Agora o DIC vai ter que ouvir.

1a

.

1c

.

O papa da ecocardiografia mundial, autor do livro obrigatório da área, repete literalmente o que o blog EchoTalk afirma quase semananalmente:

  • Ecocardiografia é um método diferenciado na cardiologia e precisa ser tratado em separado dos outros métodos radiológicos.

.

Desafio um presidente ou diretor do DIC capaz de, merecidamente, dizer que o mestre Feigenbaum está ERRADO.

.

Quem é contra o Feigenbaum deveria deixar o transdutor de lado e virar laudador de TC ou RM, sem desmerecimento.

.

 

SBC 2017 : Perguntas difíceis

1a

.

http://cardio2017.com.br/programacao/index2_porsala_st.php?data_sistema=2017-11-03#topo

.

Como responder as perguntas acima?

.

Principalmente, como responder as perguntas acima para clínicos? Já que nem os ecocardiografistas sabem as respostas amplamente.

.

O 3D, por exemplo, colocado nos termos das sociedades de ecocardiografia (https://www.escardio.org/static_file/Escardio/Subspecialty/EACVI/position-papers/EAE-ASE-recommendation-image-acquisition-3D-echo.pdf).

.

Ao final da leitura, você será capaz de dizer para que serve o 3D, de verdade?

.

Vejam o que eles afirmam na principal aplicação do 3D:

1a

.

Tudo muito vago e inicial:

.

1a

.

Para responder a pergunta, para que serve de fato o 3D, precisa enxergar além do 2D.

O 3D é a modalidade de ecocardiografia atual, o 2D é a modalidade ultrapassada.

Os Neandertais não se perguntavam para que servia o Homo Sapiens???

Talvez sim, mas não evitou a evolução.

ICFEN: New England resume

1a

.

http://www.nejm.org/doi/full/10.1056/NEJMcp1511175?rss=searchAndBrowse

.

Nossa opinião:

1- Quando a diástole é prejudicada, a fração de ejeção só é preservada com o recrutamento de mais fibras e esforço para ejeção. Quase sempre com aumento das pressões venosas. A própria definição da ICC.

2- Só o ecocardiograma pode dar a resposta mais aproximada da ejeção pois analisa contração e volume ejetado em tempo real.

3- Acima de 70 anos, quase todos têm disfunção diastólica e redução da função pulmonar, combinação que causa dispnéia aos esforços de difícil definição unicausal.

4- Definir fração de ejeção em números tão rígidos com 41 a 49% demonstra confiança em excesso em números que nenhum método merece. E nem estão usando o eco 3D…

5- Melhorar a fração de ejeção pode ser apenas o retorno à média que existe em todos os pacientes e métodos.

 

Eco 3D para volumes em casos quase normais. A rotina chega ao 3D!

1a

.

http://onlinelibrary.wiley.com/doi/10.1111/echo.13710/full

.

Conclusion

RT3DE measured LA phasic volumes and mechanical functions are associated with hypertensive EOD, which might serve as a surrogate endpoint for determining cardiovascular mortality and morbidity rates in patients with essential HT.

.

O blog martela este assunto há 5 anos!

O 3D é um  enorme avanço para casos quase normais!!!

.

Não é só para ver a Mitral e Tumores!!!

.

Um caso simples de HAS pode ser acompanhado com mais segurança realizando a medida do volume atrial com o 3D.

.

Chega de errar o volume atrial no exame 2D.

.