Sequencia de janelas

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Tenho testado mudar a sequência de janelas no exame de rotina.

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Com o paciente em decúbito dorsal, começo pela janela apical.

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Faço a Subcostal e Supraesternal em sequência.

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Coloco o paciente em decúbito lateral para terminar com o corte Paresternal.

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Vantagens?

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No mundo do 3D fará mais sentido começar com o apical, com todos os volumes acessíveis.

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Subcostal e Supraesternal descartam os erros congênitos e informam a volemia.

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Quando chego ao Paraesternal, já sei tudo do exame e posso me dedicar a morfologia das valvas.

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O tempo dedicado ao exame não muda.

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Sinto que o paciente deita mais rapidamente na posição de decúbito dorsal e só muda uma vez de posição.

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Alguma inclinação pode ser necessária no Apical , mas não atrasa o exame.

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Já tentaram?

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Propofol para TEE vale o custo

 

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http://ljkzedo.ba/sites/default/files/Glasnik/MG24/01%20Toman%20825%20A.pdf

In conclusion, during sedation and sedoanalgesia
for TEE administration, hemodynamic and
respiratory stability was provided, and choosing
agents with shorter duration of action provides
significant advantages by shortening patient recovery
and duration of hospital stay. We have
found that the use of propofol was much more
advantageous for recovery time and the length
of hospital stay, which is consistent with other
studies; however midazolam-alfentanil combination
could also be used used as an alternative to
propofol. Additionally, as patients with planned
TEE generally have cardiac risks, similar studies
of patients with advanced age or higher ASA score
measuring cardiac stress markers will provide
more information related to the effects of alternative
medications.

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Já que as sondas de TE não diminuíram de tamanho como como foi previsto, graças ao 3D, uma boa sedação é fundamental.

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Por sua praticidade, parece que o Propofol vale o custo.

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3D transforma o amador em profissional da ecocardiografia

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http://www.sciencedirect.com/science/article/pii/S0894731713003027?via%3Dihub

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Results

Both study groups scored significantly higher when interpreting 3D transesophageal echocardiographic images (P ≤ .001). The experts were superior in 2D MVP localization (14.8%; P ≤ .001), a difference that diminished with 3D TEE (1.4%; P = .41). The benefit of access to 3D information for MVP localization was greater for inexperienced echocardiographers compared with experts (P < .001).

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Estudo já mostrado aqui no blog revela a mágica do 3D.

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Inexperientes acertando  tanto quanto o experiente.

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Será uma lição de humildade para os dinossauros, como eu.

 

2018. O ano em que seremos felizes

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O blog se despede de 2017 com muito otimismo.

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Teremos a partir de Janeiro a honra de dividir o presidente com o Ecosiac.

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Um ecocardiografista raiz, presidindo o país e a América Latina.

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Alguém que domina a ecocardiografia 3D e escreve livros sobre novas tecnologias como o Strain.

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Um presidente que publica em ecocardiografia, em suas diversas modalidades.

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Ele terá dois anos para gerenciar o que nós chamamos de:

A melhor opção profissional da minha vida.

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2018

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O ano de ter orgulho de dizer que é ecocardiografista!

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