Só o Strain global funciona em tudo

The results of this study showed that GAS ( left ventricular global area strain) derived from 3D‐STI was more accurate and sensitive in responding to myocardial damage than other strain parameters and LVEF in the anthracycline cycle of breast cancer patients. Due to its ability to predict subclinical cardiotoxicity associated with chemotherapy and to guide the early initiation of early cardiac protective therapy in the event of significant heart failure, measurement of GAS still has great prospects for clinical application.

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Os resultados deste estudo mostraram que o GAS ( Strain de área global do ventrículo esquerdo) derivado de 3D-STI foi mais preciso e sensível na resposta ao dano do miocárdio do que outros parâmetros de Strain e FEVE no ciclo de antraciclina de pacientes com câncer de mama. Devido à sua capacidade de prever cardiotoxicidade subclínica associada à quimioterapia e orientar o início precoce da terapia protetora cardíaca precoce em caso de insuficiência cardíaca significativa, a medição do GAS ainda tem grandes perspectivas de aplicação clínica.

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https://onlinelibrary.wiley.com/doi/full/10.1111/echo.14467

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Uma coisa é certa sobre o estudo da deformação miocárdica.

Tudo mudou com os conceitos de camadas e movimentos de torção.

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Então analisar um dano muscular ao repouso, com o GLS, responderia apenas a lesões predominantemente do subendocárdio.

Mas sabemos que a lesão do quimioterápico é transmural!

Então só a analise do Strain global pode ser confiável.

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TEE sem sofrer

Tip: 7.5 x 5.5 x 18.5 mm (0.3 x 0.2 x 0.7 in), WHL Shaft: 5.2 mm (0.2 in) diameter, 88 cm (34.6 in) L

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Infelizmente as intervenções percutâneas trouxeram de volta os TEE intermináveis, com duração prolongada demais para o objetivo.

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Acreditamos que o TEE deve ser antecedido por um TTE detalhado e confiável e seguido de um TEE bem focado na pergunta do exame.

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Mas o 3D TEE estragou tudo com suas imagens fantásticas e suas dimensões tradicionais.

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Porém, os casos hospitalares de suspeita de Endocardite ainda podem ser avaliados em 3 minutos de sondagem e anestesia local.

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3D Handmade



http://workshop.3decho360.com/

Esta é a grande pergunta que precisa ser respondida por um curso de 3D.

Por que precisamos implantar o 3D na nossa rotina de Ecocardiografia?

Não somos o site adequado para responder esta pergunta.

Após um início empolgante com o 3D, sentimos dificuldade para voar mais alto, longe das válvulas e curiosidades raras.

De fato, esta aula pode responder:

Fully automated 3DE quantitation of cardiac chambers: ready for routine clinical application
Roberto M. Lang (Chicago, US)

Lendo o Livro de 3D

Entender para realizar

3D echocardiography may sound easy but it is not. For effective
application of the technique, echocardiographers need
specific education and training. They have to learn how to
acquire volumetric data sets without artifacts , and navigate
within the data set to visualize the desired cardiac structure
. New functions like cropping, slicing, translating,
rotating and thresholding are available to manipulate the data
sets in order to visualize the cardiac structure of interest

Informação muito importante de quem sabe realizar o exame no 3D

Não se trata de simplesmente substituir os cortes 2D ou obter estes cortes através do 3D.

Tratamos deste tema no blog:

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Lendo o livro de 3D

Physics and Technical Principles
of Three-Dimensional
Echocardiography

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The backbone of the three-dimensional echocardiography
(3DE) technology is the transducer.

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Para reduzir o consumo de energia e o tamanho da conexão
cabo, várias placas de circuito miniaturizadas foram
incorporada no transdutor, permitindo formação de feixe parcial
a ser realizado dentro da sonda.

Real-time imaging can be acquired in the
following modes

Live 3D

Live 3D Color

3D Zoom

Full Volume

Parte mais interessante do texto e fundamental para quem quer usar o 3D.

https://rd.springer.com/book/10.1007/978-3-030-14032-8#toc

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BRE só ao 3D?

https://doi.org/10.1016/j.euje.2007.03.003

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(Google translate)

Conclusão
Pacientes assintomáticos com BRE têm mais função global deprimida do VE do que os voluntários saudáveis; pacientes com sintomas de IC e um BRE têm disfunção global grave do VE. Os pacientes assintomáticos do BRE devem ter dissincronia mecânica intermediária; Pacientes com IC com um BRE têm a dessincronia mecânica mais severa. Uma quantidade substancial de dissincronia mecânica pode ser acompanhada pela presença de sintomas de IC.

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Ejeção no BRE comparado ao 3D

https://onlinelibrary.wiley.com/doi/full/10.1111/echo.13758

Os volumes diastólicos do VE não foram significativamente diferentes, enquanto os volumes sistólicos foram subestimados pelo ecocardiograma 2D, sendo este achado mais pronunciado quando SDI ≥ 6%.

Conclusão
Nos pacientes com BRE e alto IDS (≥ 6%), os valores de FEVE foram superestimados e os volumes sistólicos foram subestimados pelo ecocardiograma 2D comparado ao ecocardiograma 3D.

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Interessante achado de FE mais elevada no 2D.

Em comparação com o 3D, é claro.

Pois em comparação com o paciente sem Bloqueio, a FE custuma ser mais baixa ao Simpson.

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Temos dúvida se esta redução é verdadeira ao 2D, mas agora, com a avaliação acima, pode ser que seja até uma variação discreta frente a realidade do 3D.

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Ecocardiografista 1: Não tenho um aparelho com 3D, nem pretendo comprar.

Não é uma foto, é um filme…

O ecocardiografista 1 está errado do ponto de vista do mercado de ecocardiografia?

Não, definitivamente.

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Como produto para ser entregue e obter ressarcimento, o 3D não funciona hoje.

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Pense no 3D hoje, comparando ao início do Strain.

Muitas publicações e nenhuma aplicação clínica.

Softwares caros e complexos.

A maioria do ecocardiografistas dormiu nas aulas de Strain nos congressos.

Os próprios palestrantes não sabiam o que fazer com a tecnologia na clínica aplicada.

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Comprei meu primeiro livro de Strain em 2002..

Usei os conceitos no meu aparelho em 2012!

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Compre seu livro de 3D e comece a entender as imagens e a técnica.

Você estará pronto quando a sua máquina chegar.

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https://t.co/vQVTljDTQj?amp=1

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3D visto por nós

  1. The actual shape of regurgitant orifices and its implications to quantitate the severity of the regurgitation

Talvez o papel mais importente do 3D no momento é ajudar na classificação dos refluxos, principalmente o Mitral.

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Com a ferramenta MitralClip, a intervenção ficou bem mais fácil, apesar de ainda ser bem cara.

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Quais casos deveriam ir para intervenção?

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Os mais experientes dirão que só os com comprovada hipertensão pulmonar avaliada pelo simples refluxo tricúspide.

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Mas não é tão simples, principalmente no idoso que já tem hipertensão pulmonar relacionada à idade.

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Além de calcular o retorno de sangue para o AE, precisamos definir o que deixou de sair na Aorta.

Os mecanismos de compensação do volume ejetado real são tão importantes quanto o volume regurgitante.

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Neste território, o 3D é imbatível.

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