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Cardiopapers levanta questão interessante na TAVI.
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Incômodo do transesofagico motiva a anestesia geral no procedimento e aumenta o risco.
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Para avaliar a via de saída e início da aorta em 3D, o transtorácico dá e sobra .
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Apical , paraesternal e sempre o subcostal.
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Levantamos varias vezes aqui no blog mau uso do 3D, dependência inexplicável do 2D e excesso de detalhes inúteis justificando o transesofagico.
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Alguém já parou para ver a resolução do Cateterismo?
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Detalhe é algo que nunca foi mostrado ao CAT.
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Nem na TOMO ou RM, por enquanto
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Sou mais conservador sobre a técnica minimalista. Acho que o esofágico e diferencial durante a TAVI. Podemos ter grandes supresas no pos rapid pace. E a definição de pos dilatar ou não nos casos de próteses balão expansíveis para melhorar o leak paraprotetico é crucial com o esofágico.
Interessante, precisamos mesmo de estudos comparativos grandes