O mito do Vivid E de Israel

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Outro dia, estava lembrando com um ex residente o mito do Vivid “e”.

Quando foi lançado, o Vivid “e” revolucionou o mercado de portáteis.

Parecido de fato com um notebook, era fácil de carregar, levar em maleta e usar em vários serviços.

Tinha uma saída USB extremamente útil para retirar as fotos!

Era possível realizar exames em dez serviços diferentes em uma semana.

Na época, Modo M, B, Color, PW e CW eram mais que suficientes para um laudo completo.

Vinha ainda com um preset para Doppler Tecidual.

Vendeu como água no deserto da ecocardiografia nacional.

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Logo veio a segunda geração, sem a capa preta. A capa cinza anunciava um novo local de fabricação.

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Foi quando surgiu o mito:

A primeira leva tinha sido produzida em Israel, onde fábricas de US são de grande reconhecimento.

A segunda geração já era de origem comum.

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Verdade ou não, os de “capa preta” ganharam a fama de desempenho muito superior aos de “capa cinza”.

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Quando alguém anunciava a venda de um usado “capa preta”, vendia em minutos!!!

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Nós estávamos no grupo que acreditava que valia a pena pagar mais caro e rápido por um “capa preta”.

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Até hoje, o mito existe.

Sem uma comprovação técnica.

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