Máscaras não são capacetes

O uso de capacetes por motociclistas pode reduzir em até 40% as mortes em acidentes, segundo a OMS.

Quando o assunto são as máscaras no COVID-19, estimam em 30% a proteção

Mas máscaras não são capacetes, que protegem apenas o usuário

Quando todos usam máscaras, sua proteção é expandida, pois o risco de contato com o vírus é afetado pelas reduções de emissões de cada indivíduo com máscara.

É muito mais impactante que um capacete

Converse com a diretoria do serviço que você trabalha

Caso eles saibam estatística, ofereça e explicação abaixo:

https://arxiv.org/pdf/1808.00065.pdf

.ou

Aqui:

Máscaras caem na Pandemia

Tenho minhas N95 desde Janeiro pois acredito que a ecocardiografia hospitalar é de alto risco, em uma situação como a atual.

Usando sem alarde , faço minha proteção e estimulo todos a usarem máscaras no laboratório de imagem

Fui abordado no hospital, solicitando que não usasse a máscara pois estava dando mau exemplo já que a direção do hospital não orientava o uso de máscaras no ambiente não COVID-19.

Recusei-me a retirar a máscara, informei que estava trabalhando em área de alto risco e , uma vez colocada, só se retira a máscara ao sair do hospital.

A legislação trabalhista obriga o empregador a fornecer os EPI necessários.

Pode o empregador obrigar o uso dos EPI fornecidos pela empresa mas NÃO pode, não oferecer EPI e solicitar a retirada !

Os mesmo professores que hoje dizem que a máscara não protege ensinavam na epidemia do HIV que o preservativo, que não protege 100%, era de uso obrigatório.

Eles, do CCIH, nos obrigam a usar máscaras toda vez que temos casos de TB bacilífera!!!

Protegem 100%? Certamente não !

A questão do uso excessivo e queda nos estoques segue sendo debatido na mídia.

Mas é dever do empregador fornecer.

É uma questão administrativa, não é médica.

Mas é bom que saibam legislação trabalhista.

Ou, no mínimo, conheça os conselhos abaixo:

https://arxiv.org/pdf/1808.00065.pdf

Fração de ejeção por CT

LVEF was measured volumetrically (excluding papillary muscles) with post-processing by using 10–20 phases of the cardiac cycle (temporal resolution, 83–350 ms). LVEF was automatically calculated using end-diastolic (EDV) and end-systolic (ESV) volumes. Indexed values were obtained by normalizing EDV and ESV to body surface area (BSA).

https://doi.org/10.1093/ehjci/jez321

O ecocardiograma demorou 30 anos para despertar para as armadilhas da fração de ejeção, vista isoladamente.

Só quando encontramos a Diastologia nos livramos da fração de ejeção puramente analisada.

Mas diástole não pode ser analisada com 10-20 quadros por ciclo…

Sem janela? É só se esforçar mais. Janela hepática.

https://academic.oup.com/ehjcimaging/article/21/5/491/5727912?utm_medium=Email&utm_source=eTOC&utm_campaign=EHJ_Cardiovascular_Imaging

Só faltava esta !

Acessar o coração usando o parênquima hepático como caminho sem ar.

Anos atrás, tentamos o acesso de uma janela no dorso mas havia ar demais

O fígado pode ajudar !