Espessamento, placa e estenose são diferentes.

Figure.

Os fenótipos de ultrassom das artérias carótidas, portanto, diferem em sua relação com fatores de risco coronariano e fatores genéticos e em resposta à terapia. Estenose, IMT e carga de placa são biologicamente distintos.

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https://www.ahajournals.org/doi/10.1161/ATVBAHA.115.306209

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Querendo saber seu peso, você recorre a uma balança e obtem um valor bem próximo do real.

Querendo saber sua espessura de Carótida, também pode obter um valor confiável ao US.

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Quando o assunto é placa e estenose, muitos resultados podem aparecer.

São informações biologicamente distintas.

E a influência dos fatores de risco pode variar.

É curioso ver a decepção dos pesquisadores com a fraca correlação de fatores de risco e alguns achados das Carótidas.

Lembram as discussões de casos de infarto em pacientes sem fatores de risco, a maioria duvida da ausência!!!!

Eles existem, mas não são tratados com Estatina.

Quem vê Carótidas, vê o coração.

https://www.sciencedirect.com/science/article/pii/S1936878X14004392?via%3Dihub

Conclusions

The controversy surrounding the usefulness of CIMT measurement in risk stratification appears to result from the lack of uniform methodology used in CIMT studies. Measurements of IMT at the carotid bulb and at the ICA are more useful than CCA-IMT, both for risk classification and risk prediction, likely because intimal thickening and plaques form at the bulb and at the ICA. Assessment of plaque burden is a better measure of atherosclerosis and CV risk than is a simple assessment of the presence or absence of plaques. Combined CIMT and plaque assessment appear better than either measure alone. 3D plaque volume correlates with CAC score. 

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Conclusões
A controvérsia em torno da utilidade da medição CIMT na estratificação de risco parece resultar da falta de metodologia uniforme usada nos estudos CIMT. As medidas de IMT no bulbo carotídeo e na ACI são mais úteis do que CCA-IMT, tanto para classificação de risco quanto para predição de risco, provavelmente porque o espessamento intimal e as placas se formam no bulbo e na ACI. A avaliação da carga da placa é uma medida melhor da aterosclerose e do risco CV do que uma simples avaliação da presença ou ausência de placas. A avaliação combinada de CIMT e placa parece melhor do que qualquer medida isoladamente. O volume da placa 3D se correlaciona com a pontuação CAC.