
https://doi.org/10.1093/ehjci/jez041
Foram desenvolvidas técnicas de imagem de seguimento do tecido miocárdico para uma avaliação mais precisa da deformação miocárdica (i.e. deformação), com potencial para ultrapassar as limitações da fracção de ejecção (EF) e para contribuir, incremental à EF, para o diagnóstico e prognóstico das doenças cardíacas. Embora a maioria das técnicas de imagem da deformação se baseiem nos princípios semelhantes de detecção e seguimento de padrões específicos dentro de uma imagem, existem inconsistências de modalidade intra e inter-imagem que limitam a ampla aplicabilidade clínica da deformação. Nesta revisão, pretendemos descrever as particularidades das técnicas de deformação ecocardiográfica e de ressonância magnética cardíaca, a fim de compreender as discrepâncias na medição da deformação, concentrando-nos nas fontes potenciais de variação: relacionadas com o software utilizado para analisar os dados, com as diferentes físicas de aquisição de imagem e com os diferentes princípios de abordagens 2D vs. 3D. Como as medições de deformação não são permutáveis, é altamente desejável trabalhar com ferramentas validadas de avaliação de deformação, a fim de obter informações a partir de dados baseados em provas. Existe, contudo, uma falta de validação sólida das actuais técnicas de seguimento de tecidos, uma vez que apenas alguns dos programas de imagem de deformação comercial foram devidamente investigados. Por conseguinte, abordámos nesta revisão a questão negligenciada da validação subóptima das técnicas de rastreio de tecidos, a fim de defender esta questão.
Traduzido com a versão gratuita do tradutor – http://www.DeepL.com/Translator
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