
https://echo.biomedcentral.com/articles/10.1186/s44156-024-00048-x
Em pacientes com fibrilação atrial, nenhum parâmetro ecocardiográfico único foi suficientemente confiável para ser utilizado clinicamente para identificar a pressão elevada de enchimento do VE.
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É comum a suposição de elevadas pressões atriais na presença de fibrilação atrial
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Nem sempre comprovada ao ecocardiograma.
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Muitas vezes o sintoma está mais relacionado a taquicardia por baixa inibição do nó AV.
E a onda E não fica tão elevada como se espera.
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A onda E depende bastante também do retorno venoso, que envolve a volemia e a contração do sistema venoso, fazendo da pré carga aumentada ,um componente essencial ao diagnóstico
Assim sendo, o exame ao repouso revela apenas o gradiente entre o átrio esquerdo e o ventrículo com elevada pressão.
Que resulta em onda E abaixo de 130cm/s.
Como o que importa é o débito por minuto, a frequência elevada da FA tem um papel relevante.
Dado a abertura Mitral normal, o volume por minuto que passa na válvula pode ser normal com velocidade abaixo de 130 cm/s e frequência 20-30%% mais elevada.
O que nos leva a perguntar se uma frequência média de 72 bpm não compensaria a onda E, em relação a frequência de repouso de 60 bpm?
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Outro fato chama a atenção.
Como pode o tempo de desaceleração da onda E ficar fixo com a elevação significativa da Pressão ventricular?
Em outras cavidades e fluxos, a elevação da pressão na câmara receptora gera encurtamento do tempo.