SIEMENS CV70

Notas de 1 a 5 (ruim,regular,bom,muito bom, ótimo)
Local: HC-UNICAMP – Setor de Ecocardiografia.

Preço:1
Teclado:3
Rapidez:3
Bidimensional:2
Colordoppler:2
Doppler contínuo:3
Tela:3

Média: 2,42

COMENTÁRIOS: Um bom aparelho, Doppler tecidual fácil de ativar, mas muito caro para competir com os similares.

TESTES DE APARELHOS PARA ECOCARDIOGRAFIA

ATL MARK 4,ATL MARK 7,ATL MARK 8,ATL MARK 9,APOGEE 200,APOGEE 800,HDI 1500,HDI 3000
HP SONUS 100,DYASONICS,ALOKA,TOSHIBA 140,TOSHIBA POWERVISION,VINGMED SYSTEM 5
LOGIC 400 PRO,VIVID 3,SONOSITE SIM 5000,SONOSITE SIM 7000,SONOSITE AU3,SIEMENS SEQUOIA,SIEMENS ASPEN,SIEMENS CV70,SONOSITE ELITE PLUS,SONOSITE TITAN,SHIMADZU CV

Consigo lembrar de 25 aparelhos que eu já usei na rotina, não em demontrações.
Com as demonstrações, passam de 40 máquinas.

Baseado nisso vou começar a postar testes completos de aparelhos que eu tenha acesso.
Isso deve ajudar aos leitores que me escrevem pedindo orientações sobre qual aparelho comprar.
Em notas de 1 a 5, avaliarei itens como:
Preço
Teclado
Rapidez
Bidimensional
Colordoppler
Doppler contínuo
Tela
Impressão.

G.E seguida de perto pela Phillips

Atual resultado da votação dos proprietários ou usuários de aparelhos:

G.E. seguida de perto pela Phillips e mais distante a Sonosite. Bem atrás ficou a Siemens.
Nos anos noventa, a Phillips (ATL) liderava com folga a venda de aparelhos no Brasil. Após comprar a Vingmed, a G.E. ganhou qualidade. Com um política de preços agressiva, parece ter conquistado o mercado.
A novidade é que o motor da G.E., o Cláudio, mudou agora para a Phillips!
Acho que farei uma nova enquete em 6 meses para ver se o Cláudio é bom mesmo!!!

SURPRESA SONOCHATA!!!

Surpresa na votação de aparelhos ao lado!
Tenho pelo menos 8 leitores proprietários de sonochato.
Devem ser mais pois, normalmente menos de 20% dos leitores votam em enquetes de blogs…
Vamos arriscar, talvez 20 proprietários?!?

Vou maneirar um pouco nos comentários sobre esse tipo de portátil…
Abraço

Stress versus CoronarioCT na dor torácica.

A LUTA CONTINUA, QUAL EXAME E PARA QUEM?

The interest in clinical use of MDTC for coronary artery disease detection has been overinflated in the last few years, driven by equipment vendors for obvious, nonscientific reasons, as is typical for any new technology. MDCT is able to show nice-looking pictures of the coronaries, and a negative scan can approximate 100% of negative predictive power for coronary artery disease, but when used in chest pain units, the information it adds is trivial in comparison with low-cost, well-established imaging modalities.

In fact, stress echocardiography has demonstrated exceptionally high negative predictive power in multicenter studies with large samples, such as the Stress Pharmacological Echocardiography in Emergency Department (SPEED) trial,2 with negative predictive power of 98.8% for all cardiovascular events and 99.6% for “hard” cardiovascular events. Conversely, a positive MDCT scan (presence of >50% coronary stenosis) often presents a diagnostic dilemma in that MDCT is not able to address the functional significance of a stenosis. In case of a positive result, a stress test becomes mandatory before or after diagnostic coronary angiography, making the initial MDCT scan once again redundant (“a costly picture”).

Even more important, patient radiation exposure tends to be understated or “forgotten” in clinical studies and in clinical practice. This exposure represents a serious downside to this imaging modality, with the 10 to 20 mSv exposure dose of the scan corresponding to 1 new (fatal or nonfatal) cancer for every 1000 to 500 scans, according to the latest estimate of the authoritative Biological Effects of Ionizing Radiation Seventh Committee, released in 2005 from the US National Research Council.3

So what is the role of MDCT scanning in the chest pain unit? Do we need a 1% gain in negative predictive power (from 99% to 100%) paid for by radiation exposure and unbelievably higher financial costs? Long-term risks should be included in the risk–benefit assessment of our procedures

Nicola Gaibazzi. Circulation. 2007;116:e354

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