Reforços, até que enfim!!!


Use of Carotid Ultrasound to Identify Subclinical
Vascular Disease and Evaluate Cardiovascular
Disease Risk: A Consensus Statement from the
American Society of Echocardiography
Carotid Intima-Media Thickness Task Force
Endorsed by the Society for Vascular Medicine

James H. Stein, MD, FASE, Claudia E. Korcarz, DVM, RDCS, FASE, R. Todd Hurst, MD,
Eva Lonn MD, MSc, FASE, Christopher B. Kendall, BS, RDCS, Emile R. Mohler, MD,
Samer S. Najjar, MD, Christopher M. Rembold, MD, and Wendy S. Post, MD, MS,
Madison, Wisconsin; Scottsdale, Arizona; Hamilton, Ontario, Canada; Philadelphia, Pennsylvania; Baltimore,
Maryland; and Charlottesville, Virginia

AQUI

O DEPECO dos americanos resolveu dar uma força para as carótidas, cada vez mais fundamentada para ser “o” exames diagnóstico de Aterosclerose Subclínica.

AS MENTIRAS QUE OS "DOPPLER" CONTAM

Tenho visto muitas publicações envolvendo o Doppler tecidual e muitas com a obesidade.
Relacionam alterações das ondas e´, a´e até S.
Pequenas quedas nas ondas e´são dadas como disfunção diastólica e da onda S são dadas como disfunção sistólica.
Mas e o ângulo do Doppler? quem ignora que com a obesidade o coração desvia para lateral e um 4 câmaras perfeito fica mais dificil?
Alguém checa o ângulo em todos as medidas de Doppler tecidual?
Como pode haver redução do (e´) e do (a´) ao mesmo tempo e o débito ser mantido cronicamente…