ECO 3D para hipertrofia assimétrica.


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Vejam que interessante uso do 3D!
Medir a real área da via de saída do ventrículo esquerdo na hipertrofia assimétrica.

Diagnostic Value of Left Ventricular Outflow Area in Patients with Hypertrophic Cardiomyopathy: A Real-Time Three-Dimensional Echocardiographic Study
JASE
Fukuda, Shota MD; Lever, Harry M. MD; Stewart, William J. MD; Tran, Hung RDCS; Song, Jong-Min MD; Shin, Mi-Seong MD; Greenberg, Neil L. PhD; Wada, Nozomi MD; Matsumura, Yoshiki MD; Toyono, Manatomo MD; Smedira, Nicholas G. MD; Thomas, James D. MD; Shiota, Takahiro MD
Volume 21(7), July 2008, p 789–795

CONCLUSIONS

This study demonstrated adequate cut-off value of 3DE-derived ALVOT to diagnose LVOT obstruction in a large number of patients with HCM. This finding supported that 3DE would be the diagnostic tool of choice for the assessment of LVOT obstruction in clinical practice, especially in HCM, for which pressure gradient through LVOT is difficult to determine.

Ecocardiografia 3D


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Não sei de vocês mas eu estou juntando uns trocados para comprar um Eco 3D logo que ficar mais em conta.
É inevitável a mudança, não adianta o Morcerf dizer que o 3D está na cabeça do ecocardiografista!
Veja o que os europeus pensam a respeito:
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In conclusion, going from 2D to 3D is more important for the improvement of image interpretation and quantification of certain parameters than the modality which is used and rather than considering which is better, echocardiography and CMR should learn from each other’s strengths and weaknesses. In clinical practice echocardiography is the technique of first choice for a lot of indications, but in case of suboptimal image quality one should not hesitate to move to CMR. Further developments in image processing and analysis should focus on finite element models which can be applied to different imaging modalities and which can provide the common platform for image fusion and comparative interpretation.
3D Echocardiography: Is CMR better?
Frank E. Rademakers*
Department of Cardiology, Universitaire Ziekenhuizen Leuven, 3000 Leuven, Belgium

Enfim, Jeane Tsutsui será livre!


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Esta semana, a eleita pelo blog ECHOTALK como a melhor ecocardiografista do Brasil, defenderá sua livre docência.
Em tempo curto, foi da graduação à livre docência, bem adequado para sua capacidade.
Agora, sem pesos extras na bagagem, poderá alçar voos definitivos.
Em mais de 30 anos de ecocardiografia, nada significativo mundialmente foi feito no Brasil.
Que eu saiba, apenas a brasileira Adelaide Arruda realizou, nos Estados Unidos, pesquisa de impacto mundial. E por lá ficou!
Temor que eu tenho em relação a própria Jeane, que ela também vá brilhar lá fora, deixando para o Brasil apenas os Eco-políticos.
Precisamos de Eco-pesquisadores morando no Brasil!

Nossos japonezes são mais complicados que os japonezes dos outros!


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Vejo na pesquisa ao lado que a GE está mal na fita…
Mas no quesito software de ecostress, ela dá show!
Testei hoje o software da Toshiba, do Xario.
Software top, caro, hipervalorizado pelo vendedor…
Pode ficar com o meu, onde eu assino?
Muito demorado, atrasou nosso ritmo de ecostress a tarde toda.
Lembra o do Invisor, muito burocrático.
Já o do Vivid 3 é de dar gosto, vapt-vupt e dá-lhe laudo de ecostress.
Nos cursos de ecostress, todos os alunos gostaram do software.
O melhor aparelho de ecocardiografia seria um Frankenstein:
Doppler e ecostress da GE, Bidimensional da TOSHIBA, Modo M e Doppler contínuo da Phillips, durabilidade da Siemens e preço da ESAOTE!

Debate em alto nível – The Cardiology Show


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AQUI OU NESTA
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Você entende ingles ao vivo? Então entre no site acima para assistir ao melhor encontro de cardiologistas que eu já tive notícia.
Drs Valentin Fuster, Robert Harrington, Steven Nissen, Gregg Stone, Clyde Yancy, Gilles Montalescot, Keith Fox, Frans Van de Werf, e Harlan Krumholz discutindo os resultados do ENHANCE e muitos ooutros.
Vale mais que um congresso inteiro de cardiologia!!!!

Estenose aórtica acentuada


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Para Estenose Aórtica, a Europa considera a área < 1,0cm2 ou 0,6 cm2/m2. Com a ressalva de gradiente médio acima de 50 mmhg para pacientes com débito mantido.
Avaliação racional e minimizada, levando a fácil reconhecimento da estenose acentuada.
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Calcular a área pela equação de continuidade exige perícia e boas imagens. A via de saída não é um círculo, prefiro medir a área diretamente no corte transversal a medir o diâmetro no corte longitudinal.
O gradiente médio só pode ser levado em conta para frequências abaixo de 100 bpm, preferencialmente 80 bpm.
Gosto de analizar o envelope de Doppler e o tempo para a aceleração máxima em relação ao tempo de ejeção. Também levo em consideração a espessura aumentada do VE, presente na estenose acentuada.

Mínima, leve e moderada = Não acentuada


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É interessante notar, (apesar dos laudos com mínimo, discreto, leve, moderada), que os clínico só querem saber se é acentuada ou não a disfunção valvar.
No guideline europeu em post abaixo, só pode ser definitivamente acentuada a insuficiência aórtica com Vena Contracta maior 0,6 cm ou refluxo que ocupa mais de 65% da via de saída do VE.
PHT < 200ms ou refluxo holo-diastólico na aorta descendente apenas reforçam a suspeita.
Não deixa de ser uma forma prática de classificação.
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Gosto muito do volume do ventrículo esquerdo e principalmente do refluxo na aorta descendente.
Havendo refluxo acentuado, o VE obrigatoriamente será 20 – 40% maior.
Já o refluxo na aorta descendente usa a hemodinâmica perfeitamente:
Para uma mesma área e com o mesmo ângulo de Doppler, o que voltar só pode ser o refluxo!
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Agora usar o color para medidas de área e Vena contracta impôe uma regulagem perfeita do Color Doppler, algo que poucos fazem.
Nossos aparelhos japonezes na UNICAMP tem uma regulagem de fábrica do color que é catastrófica! Canso de ver os residentes superestimarem os refluxo por um color inadequado.

CONGRESSO EUROPEU DE CARDIOLOGIA


Carotid intima-media thickness is increased in patients with spinal cord injury independent of traditional cardiovascular risk factors

JR. Matos-Souza1, KR. Pithon1, TM. Ozahata1, A. Cliquet Junior1, W. Nadruz Junior1 – (1) State University of Campinas, Campinas, Brazil
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Purpose: Individuals with spinal cord injury (SCI) are reported to have an increased prevalence of premature cardiovascular disease. Nevertheless, it remains controversial whether this finding is related to worst metabolic and inflammatory profile and whether there are differences on atherosclerotic burden between quadriplegic and paraplegic patients. Methods: We evaluated 37 nondiabetic, nonhypertensive and nonsmoker men (23 with SCI and 14 healthy subjects) by medical history, blood pressure measurement, anthropometry and laboratory tests. Echo-doppler examination evaluated common carotid intima-media-thickness (IMT). Results: The table shows the features of enrolled individuals and demonstrates that carotid IMT was significantly higher in SCI patients in comparison to healthy subjects. Further analysis of covariance adjusted for age, systolic blood pressure and Log C-Reactive Protein confirmed that carotid IMT was significantly increased in both quadriplegic and paraplegic individuals in comparison to controls (p<0.001). Conclusion: These findings suggest that patients with SCI develop increased carotid atherosclerosis independent of traditional cardiovascular risk factors and SCI level.
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Boas novas, 2 trabalhos aceitos no congresso europeu em Munique.
Vou apresentar este acima e o Dr. Wilson apresentará o outro de PVM e Dilatação da aorta.

Keep Walking.