Vou ali no BNDES e já volto…


Vejam no artigo acima como usaram o ecocardio 3D para medir o volume e compararam com outros métodos.
A foto do eco 3D é a mais nítida, perfeita.
Modo M, Área/Comprimento ou Simpson? Coisa do século passado…
Deu pra notar que estou no grupo dos que estão juntando dinheiro pra comprar um 3D?
Vamos ter que reaprender ecocardiografia, mas valerá a pena.

Ecocardiograma oculto.



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Estou preocupado com os rumos da ecocardiografia.
Veja a publicação abaixo, aceita no Circulation:
Lipomatous Hypertrophy of the Interventricular Septum
Echocardiography, Cardiac Magnetic Resonance, and Multidetector Computerized Tomography Imaging

Mostra as fotos da ressonância, da Tomo… e nada de fotos do Eco!
Leiam o título novamente, está escrito “ao ecocardiograma”, mas só descrevem o exame, nada de fotos.
E as fotos apresentadas estão pixeladas, com distorção. Nenhuma delas tem a resoluçao que teria um eco com segunda harmônica!
Uma das maiores revistas de cardiologia ignora sem culpa o exame de ecocardiografia.
Seria a “ergometrização” do ecocardiograma, ou seja, um exame bom passa a ser apenas um exame de triagem?

NOVO VIVID "E"


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Usei hoje o novo Vivid “e”.
A maior novidade é o ecostress embutido, que funciona bem.
Algumas mudanças nas teclas, atalho para Doppler tecidual, processador mais rápido…
Continua tendo um preço muito bom para a portabilidade ótima.

Quem vê cara, não vê carótidas


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Já fiz mais de 5.000 exames das carótidas, inclusive em 4 linhas de pesquisa na UNICAMP.
Empolgado, começei a advinhar o IMT dos pacientes.
Faço assim, antes de ver o paciente, vejo o nome, idade, peso e altura.
Escrevo no papel o IMT que eu espero encontrar. Considero acerto 0,1 mm acima ou abaixo.
Entram os pacientes sem que eu consulte o número advinhado no verso.
Essa brincadeira tem 6 meses, já fiz em mais de 200 pacientes!
O resultado não é nada científico, uma brincadeira, mas veja:
Meu acerto é de 36%, uma ninharia!
Vivo caindo do cavalo, chega um velhinho e obeso, dou 1,2 mm. Meço 0,8mm!
Outro magrinho com 65 anos, dou 0,8 mm. Meço 1,2mm.
Senhora simpática com sobrepeso e 55 anos, dou 0,6 mm. Meço 1,2 com placa rasa!
Tenho acertado mesmo só nos grandes obesos, mas ainda assim, alguns com IMC de 40 têm IMT de 0,7 mm!
Tenho pensado muito em qual o significado desses achados…

25 anos de contraste na ecocardiografia.


Myocardial Contrast Echocardiography
A 25-Year Retrospective
Sanjiv Kaul, MD
From the Division of Cardiovascular Medicine, Oregon Health and Science University, Portland, Ore.
Conclusão(tradução google)
É notável que já existe uma vasta literatura, incluindo grandes estudos, mostrando o valor diagnóstico e prognóstico do MCE antes mesmo de um único agente contraste ultra-som ter sido aprovada nos Estados Unidos para este propósito. A resposta de os E.U. Food and Drug Administration aos resultados dos estudos de fase III Cardiosphere e Imagify e posterior reembolso para o clínico vai determinar a sua adopção e sucesso. MCE se desenvolve em uma universalmente aplicada ferramenta ou não, tem sido uma valiosa ferramenta experimental para a descoberta de novos fisiológicas e fisiopatológicas insights sobre a microcirculação local e controle da MBF. Alguns destes já foram descritos anteriormente e alguns elementos desta revisão. Para um instrumento relativamente barato, MCE podem fornecer informações bastante sofisticado, em pacientes individuais em vários cenários clínicos. Sua maior clínica adoção só pode reforçar a assistência ao paciente.
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Respeito muito o autor acima.
Deve ser desanimador para quem trabalha ha 30 anos com ecocardiografia como ele, não ver uma aplicação amplamente aceita de uma ferramenta que completa 25 anos!
O que mais falta ao contraste para ser usado e pago amplamente?
Uma máquina de ressonância cardíaca custa 2 milhoes de investimento e 30 mil reais por mês de manutenção.
Dá para fazer 5.000 exames com microbolhas…

HD 11 da Phillips


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Estamos negociando um HD 11 da Phillips para a clínica central, que abriga a escola ECHOTALK.
Nossa necessidade agora é ditada pela Radiologia, onde os colegas argumentam que precisam de um bom aparelho para US geral.
Chegamos através do amigo Claudio, a uma boa proposta da Phillips.
A fábrica holandeza investe firme em tecnologia médica. Comprou a ATL e a HP, que produziam máquinas muito boas de ecocardiografia.
Perdi o contato após o fim da ATL, após usar vários Apoggee.
Alguém usa esta máquina?

Muito além da rotina.


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Notem a placa de carótida comum esquerda, encontrada em paciente de 80 anos com episódio de síncope.
As regiões da placa tem áreas de ecodensidade diferentes.
Veja que a área 2 têm ecodensidade próxima à da luz (4), ou seja , do sangue.
O sinal da área 3 corresponde a capa fibrosa e é bem diferente das demais.
Já a área 1 corresponda a adventícia.
Seria um diagnóstico de hemorragia intra-placa com instabilização de placa outrora estável?
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Tudo isso em um vivid “e”…

Eco transtorácico para estenose de tronco.



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Evaluation of Left Main Coronary Artery Stenosis by Transthoracic Echocardiography
JASE Volume 21(7), July 2008, p 855–860
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Faço estudos do tronco da coronária há anos no HC, insistindo que poderia ser útil para triagem de casos.
Mas não conhecia um trabalho respeitável no tema.
Então fluxo >1,5 m/s é um forte indicativo de coronáriopatia significativa?

Pressão pulmonar na Estenose Aórtica pela relação E/Ea


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E/Ea is the Major Determinant of Pulmonary Artery Pressure in Moderate to Severe Aortic Stenosis
Casaclang-Verzosa, Grace MD; Nkomo, Vuyisile T. MD; Sarano, Maurice E. MD; Malouf, Joseph F. MD; Miller, Fletcher A. Jr MD; Oh, Jae K. MD
JASE Volume 21(7), July 2008, p 824–827
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E/Ea ratio was the only independent predictor of PASP after adjusting for the other variables. AVA did not correlate with diastolic dysfunction or filling pressure. Thus, despite a critically stenosed aortic valve, PHT was not always observed.
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Hence, if PHT cannot be explained by the severity of AS, superimposed diastolic dysfunction should be considered and evaluated. If filling pressure is increased and AS is less than severe in patients with dyspnea, medical therapy to reduce diastolic filling pressure may be tried before aortic valve replacement. Therefore, evaluation of diastolic function should be an integral part of the echocardiographic examination when assessing patients with AS. The presence of PHT also should alert physicians to the possibility of superimposed diastolic dysfunction in patients with AS.
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Conclusion:: Our findings suggest that in moderate to severe AS, diastolic function, not AS severity, determines PASP. Superimposed diastolic dysfunction likely contributes to clinical symptoms of moderate to severe AS.
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ASSISTÊNCIA TÉCNICA


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Finalizada a pesquisa sobre opiniões dos leitores sobre assistência técnica.
GE com 29 votos, Phillips com 8 votos, Esaote e Toshiba com 4 votos cada e Siemens com 2 votos.
É importante destacar que pesquisas assim são apenas ilustrativas, pois vários viés podem ocorrer.
O principal é o efeito “tostines”, quando a empresa que vende mais têm mais clientes e pode aparecer como a que gera mais reclamações, o que é óbvio na pesquisa acima.
Além disso, a Toshiba não concorre de fato no mercado de ecocardiografia.