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Nem só más notícias ocuparam o ano de 2008.
Elegemos as melhores, para nossa alegria:
1- Os aparelhos portáteis dominaram a cena. Mais eficientes, com preços acessíveis e várias opções de marcas.
2- O congresso SOCESP confirmou seu papel de melhor opção nacional de informação em Cardiologia, incluindo Ecocardiografia.
3- O ecocardiograma 3D caminha lentamente, mas caminha, para ser uma ferramenta efetiva de diagnóstico, só falta o preço ficar realista.
4- O Ecostress, principalmente o esforço induzido, é aceito como a melhor forma de diagnóstico de isquemia ao ecocardiograma, acabando com uma polêmica sem sentido, que existia apenas no Brasil.
5- Com suave sabor de vingança, agora os radiologistas do coração vão ter que frequentar o congresso DEPECO também!
Dia: 1 de dezembro de 2008
5 PIORES DE 2008, PARA A ECOCARDIOGRAFIA

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Como nosso recesso será no dia 15 de Dezembro, começaremos já a retrospectiva do ano, para dar tempo de discutir.
Começando com as piores de 2008 para a Ecocardiografia:
1- O DEPECO vira D.I.C. , justo na gestão da Márcia! Que eu achava que iria levantar o departamento!
2- A assistência técnica no Brasil. Pelo décimo ano consecutivo, continua, com raras exceções, sendo péssima. Vimos de tudo, transdutores que não duram 6 meses, aparelhos com defeitos de fábrica que não são trocados, falta de orientação na instalação e preços abusivos.
3- O Definity abandona o Brasil, ficamos sem microbolhas em um momento em que o contraste parece deslanchar no exterior.
4- O Dólar a mais de 2 reais, acabando com a renovação do parque de máquinas de ecocardiografia nacional.( Eu não comprei meu Cypress antes da alta!!!)
5- Nenhuma renovação no cenário nacional, pegue o programa do congresso de 1998 e compare com o de 2008 e verá os mesmos nomes, 10 anos depois. A nova geração da ecocardiografia brasileira, (Rodrigo, Jeane, Letícia,…), ainda não faz diferença nos congressos e simpósios.
Valor do Ecocardiograma

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A enquete revela um ganho bruto de 100 reais por ecocardiograma em metade dos serviços.
Trinta por cento recebem 150 reais.
Em 1998, quando comecei no Eco, recebíamos 180 dólares, hoje por volta de 400 reais.
Significa que o exame está por mais ou menos um terço do valor de 10 anos atrás.
Para remediar, o aparelho custava na época 180 mil dólares, e era lento e de baixa qualidade para o exame que realizamos hoje.
Dava pra fazer, no máximo e dependendo do tipo de serviço, 3 exames por hora.
Hoje fazemos 4 por hora para casos de convênio, fácil, fácil.
Fazendo as contas, gastando 75% menos para ter um aparelho e fazendo 25% a mais de exames por hora, o ecocardiograma ainda é um bom negócio!!!
Imagina se o valor fosse corrigido para pelo menos 300 reais?
Mas fiquem tranquilos, temos o D.I.C brigando pela nossa causa e isso é sucesso garantido!
