PCR só vale para quem tem Aterosclerose

Association of Carotid Artery Intima-Media Thickness, Plaques, and C-Reactive Protein With Future Cardiovascular Disease and All-Cause Mortality
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Conclusions— In older adults, elevated CRP was associated with increased risk for CVD and all-cause mortality only in those with detectable atherosclerosis based on carotid ultrasound.
Circulation. 2007;116:32-38
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Nesse estudo, acima de 65 anos, a PCR só foi marcadora de risco em pacientes que já apresentavam Aterosclerose carotídea acelerada.
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Podemos pensar que a inflamação de início recente não consegue acelerar a doença vascular e iniciar eventos clínicos?
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De qualquer forma, mais um estudo a demonstrar o papel da IMT na análise do paciente.
Sem radiação, sem contraste, com baixo custo.
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Espessura da Carótida e o risco futuro.



Conclusions— ELSA shows that carotid intima-media thickening and plaques are important added risks of cardiovascular outcomes in a treated hypertensive population independently of blood pressure and traditional risk factors. However, the analysis failed to show a predictive role of treatment-dependent IMT changes. These negative conclusions should be tempered by the limitations inherent in the smallness of these changes compared with the large individual differences in baseline IMTs.

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Estudo mostra a espessura da carótida como bom marcador de risco (Circulation. 2009;120:1084-1090) mas sem evidências do efeito do tratamento na espessura e repercussão clínica.

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Alguns colegas não entendem a importância do IMT.

É difícil mesmo, caso acredite na doença arterial por conceitos antigos.

Nosso corpo não se divide em compartimentos independentes.

A saúde ou doença é sempre difusa.

Onde existirem artérias, teremos Aterosclerose.

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Como medimos a pressão e ficamos satisfeitos em tratarmos o marcador chamado pressão arterial aferida no braço?

Foram necessários décadas para provar que tratar a pressão aferida valia a pena.

Tempo que a IMT ainda não teve.

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