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Caso gravado pelo Dr. Guilherme, com achado típico.
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Caso gravado pelo Dr. Guilherme, com achado típico.
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Belo caso!
Nessa caso ai acho que fico bem ilustrado o diagnóstico de Endomiocardiofibrose.
No congresso Assef mostrou um caso que tinha diagnostico previo de endomiocardiofibrose pelo eco tt e RMN. Mas que foi para realização de Strain e os novos metodos que mudando assim o diagnóstico para Hipertrofio de VE do tipo apical.
Prof Beto e demais colegas, vocês tem tido experiência nisso?
Em casos de suspeita de Endomiocardiofibrose procuro fazer o corte apical com o transdutor infantil na maior frequencia possível, sem seg harmônica.
Assim posso identificar a lamina endocardica e seu espessamento, bem diferente da imagem do miocárdio, mesmo hipertrófico.
Mas a análise do Strain é uma forma inteligente de avaliar a ausência de contratilidade na Endomiocardiofibrose.
(Mesmo a RMN havia dado o diagnóstico de Endomiocardiofibrose e era HVE?)
Se não me falha a memória a RMN deu endomiocardiofibrose…
SIM A RM DEU ENDOMIOCARDIOFIBROSE, TAMBÉM VI ESTA APRESENTAÇÃO
Na verdade o diagnóstico foi “confirmado” pela TC (o Dante não tem RNM). Também foi feita uma cintilografia miocárdica. Mas o que esse caso melhor ilustrou foi a forma que NÃO se deve fazer medicina, já que o diagnóstico era muito claro apenas juntando ECG e um eco bem feito (como foi o do Dante). Foram gastos muitos reais a mais e a paciente foi exposta a uma carga desnecessária de radiação.
Tá ai.. os pingos nos “is”..
Concordo com o colega anonimo acima ( seria bom se ele tivesse coloca nome)