IMT e outros métodos

Imaging techniques, such as carotid intima media thickness (cIMT) and coronary artery calcium (CAC) score, have attracted considerable interest as adjuncts for CV risk stratification. In the IMPROVE trial, a 12.1% reclassification improvement of patients at increased CV risk was found when information derived from a single cIMT was combined with classical risk factors However, the MESA investigators showed that the addition of CAC, rather than cIMT to the Framingham risk score resulted in a net reclassification index of 0.659. This is not surprising as CAC represents a cumulative burden of disease rather than a ‘snapshot’ of current CV risk factors. Currently, the European and American guidelines include cIMT and CAC measurement as a class IIa recommendation for asymptomatic adults at moderate CV risk. New imaging modalities, such as MRI, are likely to improve further ability to characterize functional and structural arterial wall changes. It is important to note, however, that there is currently no evidence to support the use of these imaging methods to monitor the evolution of disease in relation to the overall risk.

Aqui, a velha luta de qual método é melhor. Enquanto isso, a Aterosclerose caminha…

Estresse para doador de coração

Rejected hearts now viable for transplantation after stress echo

“Pharmacological stress echo is already an established technique that is used to assess and risk stratify patients with known or suspected coronary artery disease. We have shown that it can also be used to identify hearts suitable for transplantation that would previously have been unused. This requires cardiologists with experience of stress echo and ideally a second opinion from a cardiologist in a core lab (using tele-echocardiography), who can give the green light for donation.”

Uma ideia muito boa para aumentar o número de doadores de coração e diminuir a fila de transplantes! Eleva-se a idade permitida com a segurança do ecostresse normal.

Refluxo tricúspide têm impacto discutível

Impact of tricuspid regurgitation on survival in patients with chronic heart failure: unexpected findings of a long-term observational study……………………………………………Eur Heart J (2013) doi: 10.1093/eurheartj/ehs465

In patients with mildly or moderately impaired LVF, TR was significantly related with the outcome (HR: 1.368, CI: 1.070–1.748, P = 0.0125), whereas in patients with severely depressed LVF it was not (P = 0.1401). /////////////////////////////////////////////////////////////////////////////////////////////////////////////////////////////////////////////////////////////////////////////////////////////////////////////////////Conclusion The prognostic impact of TR depends on the severity of CHF. While TR was significantly related with excess mortality in mild to moderate CHF, it provided no additive value in advanced disease when compared with established risk factors.

Quando a insuficiência tricúspide é significativa, o prognóstico muda. Mas apenas nos estágios iniciais da insuficiência cardíaca. Outro estudo publicado no blog era mais amplo no impacto da regurgitação tricúspide. A conclusão é que devemos nos esforçar para fazer uma classificação adequada do grau de insuficiência ao Eco e deixar o clínico decidir.

Valvopatias na Europa

A Estenose Aórtica predomina, seguida de perto pela Insuficiência Mitral:

Para minha surpresa, não é a isquemia a maior causa de regurgitação mitral:

E as faixas etárias são bem próximas:

No Brasil é bem diferente. Principalmente em regiões tão diferenciadas como a região Sul e Nordeste. O Sudeste é uma mistura das duas.

Recordar é preciso(Convidados): Volume sistólico

Cálculo volume Sistólico Volume sistólico = Área da CSVE x Quantidade de sangue que passa na CSVE CSVE = câmara de saída do VE Cálcula da Área da CSVE (imagem1) Cálcula do VTI da CSVE – que é equivalente à quantidade de sangue que passa pela CSVE (imagem2) Cálculo do volume sistólico (imagem3) Cuidados a ter (como evitar artefactos): – Fazer o alinhamento o mais paralelo possível entre o cursor e o fluxo na CSVE. – Fazer várias medições do diâmetro da CSVE com zoom e calcular a média de todas as medições (se o paciente estiver em fibrilhação auricular fazer uma médica pelo menos com 10 medições). Outros cálculos possíveis: Index sistólico (ml/m2) = Volume sistólico / Superfície Area Corporal Débito Cardíaco (l/min) = Volume sistólico x Frequência Cardíaca Index Cardíaco (l/min/m2) = Débito Cardíaco / Superfície Area Corporal …………………………………………………………………………………………………………………………………………………………………………………………………………………………………………………………………………….. Fonte: https://www.stanford.edu/group/ccm_echocardio/cgi-bin/mediawiki/index.php/Cardiac_output ……………………………………………………………………………………………………………………………Ana Feijão

Claudião, de volta a casa GE e na região Sul!!!

O pai de um amigo ensina: Não existe banco bom, existe gerente bom!

Uso essa máxima para aparelhos de ecocardiografia. Mais vale o relacionamento com o representante do que a marca internacional! E quem sempre se destaca na relação com o cliente é a figura acima, Claudio Ricciardi. Quando tenho problemas, é só ligar que ele resolve, independentemente do 0800 da fábrica. Agora ele mora em Santa Catarina e atende toda a região Sul. Sorte deles! Sorte da G.E. , Carla, Susie e cia……………………………………………………………………………………………………………………….(Peça o contato pelo email betoecocardio@gmail.com))

O direito de falar o que quiser, mesmo que seja incorreto ou mal intencionado.

O representante da indústria pode entrar em seu ambiente de trabalho e passar informações que o induzam, como médico, a receitar determinado medicamento?

Nos EUA podem, veja aqui no link. A suprema corte entende que não é possível separar os direitos de manifestação em adequados ou inadequados, mesmo em relação aos gastos e prejuízo a saúde. Assim, garantem que o médico seja informado por uma fonte não confiável e tenha a capacidade de descartá-la! Muito interessante!!!

Espessura da Carótida e outros marcadores substitutos

A medida da espessura da camada íntima-média da carótida não pode ser tomada como a medida direta da doença arterial. Mas entre os marcadores substitutos, guarda a mais forte correlação com a doença Aterosclerose.

O brilhante artigo desse LINK alerta para a falha dos marcadores substitutos em diversos estudos nas mais variadas doenças. A espessura da carótida não pode receber as críticas do artigo por ser um exame de imagem muito mais relacionado a fisiopatologia do que outros marcadores, como a hemoglobina glicada. Apoiamos no entanto, a busca sempre de marcadores confiáveis como mortalidade, infarto e AVC. Enquanto eles não ocorrem em números absolutos analisáveis, vamos de IMT mesmo!