Marca passo biventricular melhora mesmo o índice sístolico final?

End-systolic Volume Index

A complete resting 2-dimensional (2D) echocardiogram and Doppler ultrasound examination, including all standard views and subcostal imaging of the inferior vena cava, was performed with a 3.5-MHz transducer (Acuson Sequoia Ultrasound System, Mountain View, CA). A single experienced reader (N.B.S.), blinded to the clinical history, physical examination, laboratory data, and outcome variables, interpreted all echocardiograms and verified LV volumetric analyses completed by 2 research sonographers. LVESV was calculated using the biplane method of discs (modified Simpson’s rule) in the apical 4- and 2-chamber views at end systole, as recommended by the American Society of Echocardiography12 and as has been validated elsewhere.16–22 ESVI was then calculated as ESV divided by body surface area.
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Aqui, mais um artigo do gênero.
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Todas as vezes é a mesma confusão com o marca passo biventricular.
Usam o Simpson modo B para calcular os volumes ventriculares e registram melhora dos índices de performance.
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Quem faz o cálculo do Simpson está cansado de saber que a dissincronia causada pelo marca passo no VD impede a medida do “exato” momento de volume sistólico mínimo do VE. Como no BRE!
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Assim, a estimulação biventricular só “melhora” o Simpson por fornecer um momento exato de mínimo volume do VE.
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Quem quiser saber se o biventricular provoca mesmo uma elevação do volume ejetado, tem que fazer a área da via de saída do VE e o Doppler para calcular o volume. E só usar o volume máximo do VE.
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Essa é a fração ejetada verdadeira e pode ser que não mude com o biventricular…
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