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A discussão mais curiosa que eu assisti no congresso foi essa:
Uso obrigatório do 3D na inserção endovascular de próteses.
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Dr. Marcelo destacou que a informação mais relevante é a medida do anel para inserção da prótese adequada. Essa medida é mais fiel ao 3D.
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Dr. Arnaldo afirmou que mesmo tendo o 3D à disposição, não acha necessário usá-lo.
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Como assim?
Primeiro afirmam que a medida na tomografia é mais confiável.
Depois afirmam que o 3D não supera o 2D mesmo perdendo, os dois, para a lentíssima Tomo de 64?
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Algo de estranho aconteceu ali no mundo da imagem…
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Ou foi só brincadeira de gente grande.
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Em um procedimento dominado pelo hemodinamicista, que agora virou cirurgião cardíaco de verdade, era de se esperar que os holofotes não seriam para o ecocardiografista.
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Os hemodinamicistas acreditam até hoje que medem melhor as disfunções valvares. Alguns até acreditam na função ventricular contrastada!!!
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Não será na hora de um procedimento de 90 mil que eles cederão espaço!
Esse espaço têm que ser conquistado. E com 3D sempre.
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Mês: abril 2013
3D na ponta da bota.
No congresso brasileiro de 2012 conversei com o diretor-presidente da regional de uma fábrica de aparelhos de ecocardiografia.
Suas palavras:
“Fechamos nossa linha de pesquisa em 3D. Essa tecnologia não dará em nada. Desperdício de dinheiro.”
Fiquei espantado com a afirmação. Na época eu lia muito pouco sobre 3D e nem pude argumentar, já que também não tinha experiência.
No congresso de 2013 não encontrei o diretor para conversar. Dança das cadeiras?
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Queria levá-lo para assistir as aulas de 3D, inclusive a minha!
E não encontrei ninguém para abordar o assunto na empresa.
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Agora está claro para o mundo todo, inclusive o Brasil.
O 3D é a solução para competir com as outras tecnologias e caminha rapidamente para ser custo efetivo.
Quem abriu mão da tecnologia ficará bem distante das grandes empresas.
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Mais uma bola fora…
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Quase tudo é fluxo e inflamação.
Associations Among Vascular Risk Factors, Carotid Atherosclerosis, and Cortical Volume and Thickness in Older Adults
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Carotid artery ntima-media thickness was inversely associated with thickness of parietal gray matter only (adjusted P=0.04).
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Conclusions—: Increased cardiovascular risk was associated with reduced gray matter volume and thickness in regions also affected by Alzheimer disease independent of infarcts and apolipoprotein E genotype. These results suggest a “double hit” toward developing dementia when someone with incipient Alzheimer disease also has high cardiovascular risk.
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O envelhecimento da população trará um explosivo aumento da prevalência de demência na população.
A visão da doença como fruto, em parte, das alterações vasculares progressivas, pode direcionar o tratamento para melhorar a perfusão e reduzir a disfunção endotelial.
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Geometria da carótida
Aqui o artigo. Acesso completo no cardiol.br
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Conclusions—: Carotid anatomy and geometry may enhance the risk of stenosis independent of traditional vascular risk factors and may be of help in very early identification of patients at high risk of developing carotid artery atherosclerosis for aggressive intervention.
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O impacto da geometria das artérias sempre foi bem descrito nos estudos com cobaias. A transposição para os humanos era mais difícil, até agora.
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São claras as evidências do ângulo e diâmetro de origem da carótida interna como fatores relacionados à Aterosclerose. Deve ser assim também nas coronárias, ainda por ser comprovado.
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Mais uma explicação para os eventos negativos mesmo nos pacientes com colesterol controlado.
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Agora é oficial: Prova do título de ecocardiografia 2013. Aprovação fantástica, acima de 50%.

A aprovação foi acima de 50% em 2013, mostrando que o DIC mudou e aceita os ecocardiografistas do país em seu quadro de especialistas. Aqui lista completa
Eta cabra da peste, esse Jorge Assef!!!!




