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Uma novidade na presidência do DIC. Alguém da Ecopediatria.
Alguém bem formada e bastante respeitada no meio.
Assume em 2016.
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Eleição com chapa única é bem menos divertida, veja que só 20% dos sócios se envolveram.
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Recebi algumas críticas de leitores.
Reclamam do alto índice de aprovação, acima de 70%.
Seria uma queda no rigor seletivo?
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Não é.
Vejam o número de inscritos: 185
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Já mostramos essas contas aqui no blog.
São formados entre 200 e 300 ecocardiografistas por ano no Brasil.
Seria esperado um números de novos candidatos a cada ano perto de 250.
Outros reprovados, como os 43 de 2014 e chegaríamos a 300 inscritos.
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No DIC, em anos passados, haviam 1200 sócios e só 700 titulados.
Uns 500 ecocardiografistas estariam em busca antiga por um título.
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Por que só 185 inscritos?
Onde estão os outros 200, 300 ou até 500 ecocardiografistas sem título?
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Estão na penumbra, receosos de uma prova que era impossível, para eles.
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Façam as contas. 70% de aprovação dos 185 mais preparados.
Caso os 500 se candidatassem ao título, os mesmo 136 passariam e a aprovação cairia para 27%
Uma proporção extremamente justa e regulatória.
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Torço para que o novo DIC tenha 500 inscritos para a prova de 2015.
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– artefactos
– perda de visibilidade da AE no caso de próteses valvulares em posição mitral
– dificuldade na visualização da mobilidade dos discos
– dificuldade na visualização da mobilidade dos folhetos
– reverberações
– dificuldade na visualização dos jactos regurgitantes
– dificuldade na visualização de trombos
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