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Hoje todos nós adoramos a Diástole.
Mas ouve um tempo em que era apenas um intervalo para enchimento.
A Sístole era tudo!
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Dessa distorção, chegamos ao absurdo de desenvolver softwares de ecoestresse que analisavam apenas a Sístole!
Muitos palestrantes, ativos até hoje, separavam casos com os ciclos cortados para exibir apenas a Sístole.
Forçavam os olhos para analisar espessamento, que era o padrão ouro.
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Nessa insanidade temporária, exames farmacológicos faziam sucesso por terem janelas mais previsíveis e ninguém ligava para aqueles corações batendo “secos”. Afinal, o espessamento era tudo.
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As empresas fabricantes não achavam ruim, pois análise de espessamento precisa de aparelhos mais sofisticados e uma coisa levava a outra, nas vendas.
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Com o tempo descobrimos que a Diástole não era só um “tempo para enchimento”, sendo muito mais importante que isso.
E hoje temos ecocardiografistas famosos como a Rosa Sicari da Europa que afirma categoricamente:
– O espessamento não é um parâmetro confiável para análise isolada da isquemia.
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Nesse tempo, o Ecoestresse com esforço, que analisa um ventrículo cheio na diástole pelo aumento do retorno venoso das bombas musculares, dominou o mundo.
Vale hoje a análise global do ventrículo, como sempre deveria ter sido.
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