Extensão da doença coronária e a função diastólica


Severity of Coronary Artery Disease and Echocardiographic Parameters of Ventricular Diastolic Function

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http://onlinelibrary.wiley.com/doi/10.1111/echo.12479/full

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1a

Discussion

Although it is known that LV diastolic dysfunction was found in patients with CAD, in our study, there was no the relation between the severity of the disease (SS and GS) and LV diastolic function by using echocardiography (Vivid 3, General Electric, Tirat Carmel, İsrael) in patients with stable CAD and normal LV ejection fraction.

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In our study, it was seen that diastolic function did not demonstrate any impairment according to the anatomy of coronary arteries in patients which coronary angiography performed with the diagnosis of stable CAD. With this finding, it was seen that the factor that increases the diastolic dysfunction that is frequently seen in CAD is not only related to the severity of the lesion and the anatomy of CAD but also other parameters that are important for dysfunction. Especially, ischemia symptoms and heart failure symptoms can be more useful in terms of diastolic function.

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E agora?

A severidade da doença anatômica não se correlaciona com a disfunção diastólica?

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O artigo vai contra um senso comum, o valor prognóstico da diastologia no paciente assintomático.

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Veja na tabela que nem a “e´” variou na doença coronária severa.

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Sabemos que morfologia de placa  não é isquemia, sem dúvida.

Mas o eco de repouso perde seu valor com uma publicação assim.

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