Por que o Strain ainda não faz parte do exame de rotina?

Despite considerable data suggesting that deformational analysis has clinical utility in patients with known or suspected coronary artery disease, DSI has not become standard, daily practice because it requires expertise and highly trained operators and time-consuming data acquisition and processing with high interobserver variability.

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although normal mean peak systolic longitudinal, circumferential, and radial strains are ≈17% to 25%, 21% to 26%, and 37% to 39%, respectively, these values are based on small numbers of subjects and are highly variable and dependent on age, sex, ventricular region, and algorithm.

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http://circimaging.ahajournals.org/content/4/2/179.full

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Embora empolgante, o estudo com Strain não caiu no mercado como esperado.

As razões levantadas no artigo de 2011 ainda persistem.

Para projetos de pesquisa, uma festa.

Para o dia a dia, uma dúvida.

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Devo trocar meu aparelho agora?

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O ano de 2014 não foi bom para muitos na ecocardiografia e medicina.

Convênios falindo, convênios falindo clínicas, custos de funcionários em alta…

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Mesmo assim, está na hora de trocar para um aparelho mais novo?

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Depende do seu movimento.

Volumes altos de exames, acima de 300 por máquina, justificam uma troca.

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Do ponto de vista de tecnologia, nada relevante surgiu após o Strain.

Mesmo essa tecnologia, sem repasse, está estagnada no mercado privado.

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3D  ainda tem preços proibitivos, transesofágico é arriscado na balança custo benefício, eco farmacológico nem pensar…

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Está pensando em trocar seu aparelho?

Melhor esperar 2015!

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