Por que o Strain ainda não faz parte do exame de rotina?


Despite considerable data suggesting that deformational analysis has clinical utility in patients with known or suspected coronary artery disease, DSI has not become standard, daily practice because it requires expertise and highly trained operators and time-consuming data acquisition and processing with high interobserver variability.

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although normal mean peak systolic longitudinal, circumferential, and radial strains are ≈17% to 25%, 21% to 26%, and 37% to 39%, respectively, these values are based on small numbers of subjects and are highly variable and dependent on age, sex, ventricular region, and algorithm.

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1a

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http://circimaging.ahajournals.org/content/4/2/179.full

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Embora empolgante, o estudo com Strain não caiu no mercado como esperado.

As razões levantadas no artigo de 2011 ainda persistem.

Para projetos de pesquisa, uma festa.

Para o dia a dia, uma dúvida.

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