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http://circimaging.ahajournals.org/content/7/5/828.abstract
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Conclusions—Aortic cusp enlargement occurs in ARD, but cusp adaptation and distensibility become limited in prominent, asymmetrical ARD, leading to AR. Optimal AR repair tailored to individual patient anatomy can benefit from appreciating valve adaptation and 3-dimensional relationships; understanding cusp adaptation mechanisms may ultimately provide therapeutic opportunities to improve such compensation.
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“Specialized 3-dimensional software measured individual cusp surface areas relative to maximal mid-sinus cross-sectional area and minimal 3-dimensional annular area, coaptation area fraction, and asymmetry of sinus volumes and intercommissural distances”.
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As medidas acima podem ser realizadas ao ecocardiograma 3D e deveriam ser avaliadas em seguimento.
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” Cusp distensibility (closed diastolic versus open area) decreased from 20% in controls and AR-negative patients to 5% in AR-positive patients (P<0.001).”
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Parece que a capacidade de distensão da válvula semilunar determina o refluxo.
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“Total open cusp surface area increased (P<0.001) from 7.6±1.4 cm2/m2 in normals to 12.9±2.2 cm2/m2 in AR-negative and 15.2±3.3 cm2/m2 in AR-positive patients”.
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Vejam que a área quase dobra mas ainda não temos refluxo. A pequena mudança de área de aproximadamente 3 cm² /m² determina o vazamento.
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Tudo isso está acessível ao ecocardiografista. Mais uma demonstração da necessidade do 3D em nossa linha de frente de ecocardiografia.
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http://circimaging.ahajournals.org/content/7/5/788.abstract
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Conclusions—Nondiabetic patients with a prior CCTA <3 years showing no or ≤25% stenosis had a <5% prevalence of significant stenosis. The value of repeat CCTA in this group is likely small, especially when the prior CCTA demonstrated normal coronaries, even if the clinical scenario considered a CCTA appropriate.
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Antes de repetir um Tomo de Coronárias, algo que acontece em ritmo alucinante, vale a pena refletir sobre a necessidade e a probabilidade baixa de encontrar doença significativa.
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Análise da deformação ao ecocardiograma eleva o método e assemelha-se a RM no difícil diagnóstico diferencial de Pericardite constrictiva e Doença Restritiva.
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http://circimaging.ahajournals.org/content/7/5/819.abstract
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Conclusions—CMR and echocardiography tissue tracking–derived left ventricular mechanics provide comparable diagnostic information for differentiating CP from RCM.
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http://onlinelibrary.wiley.com/doi/10.1111/echo.12523/abstract
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Contrast TTE demonstrated significantly higher sensitivity for detection of RLS than cTEE (86% vs. 56%, P < 0.05). For cTTE, there were 4, 1, 5, and 19 cases determined at levels 1, 2, 3, and 4, respectively, whereas for the same group of patients 13, 2, 6, and 7 cases were identified by cTEE at levels 1, 2, 3, and 4, respectively. The severity of RLS detected by cTTE was significantly greater than that by cTEE (P < 0.01).
Contrast TTE is more efficacious in the detection of RLS than cTEE. The former can be used as an alternative to the latter in clinical practice.
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The cTTE examinations were performed using the Vivid 7 system (General Electric, Vingmed Ultrasound AS, Horten, Norway) fitted with a multifrequency probe with a harmonic imaging modality (transmitting frequency 1.7–2.0 MHz, receiving frequency 3.4–4.0 MHz). The cTEE examinations were performed using the same system with a fundamental imaging modality (transmitting frequency 3.5–7 MHz). Agitated saline was used as the contrast agent.
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Foi um estudo pequeno, mas o achado é muito interessante.
Afinal de contas, detectar bolhas de solução agitada no átrio esquerdo não é difícil e relaciona-se firmemente ao diagnóstico de PFO.
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http://www.ajronline.org/doi/abs/10.2214/AJR.11.7312
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A visita do Feinstein foi uma grata surpresa.
Foi o primeiro a abordar o valor do contraste de microbolhas no estudo da adventícia e da vascularização da placa.
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A placa cresce de dentro para fora, inclusive a chegada de LDL parece ser via adventícia.
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Já demonstramos aqui:
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O blog apresentou, via Facebook/echotalk.ecocardiografia, o simpósio em tempo real.
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Do ponto de vista do produto, novidade foi a apresentação do frasco, e a preparação com agitação manual, parecida com o Levovist e diferente do Definity.
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Uso off label continua por conta do examinador, na relação custo benefício.
Off label : perfusão, Carótidas e outros usos cardiovasculares.
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Depois vieram extensas apresentações de segurança e ganho de qualidade na imagem ventricular e de massas.
Nada de novo em relação aos outros de décadas passadas.
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A tecnologia é a mesma abordada aqui anteriormente.
http://echotalkblog.com/2014/10/08/microbolhas-tudo-se-resume-a-anular-o-sinal-de-us-dos-tecidos/
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Steve Feinstein foi um caso à parte. Aula brilhante e simpática, mostrou boa vontade com o atraso brasileiro.
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No uso em ecoestresse, defesa do esforço mesmo com o contraste.
Só a questão do tempo de US com microbolhas e o dano à microvasculatura não foi abordado.
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Parecia que a estratégia comercial seria a mesma de anos anteriores, com 80% de chance de falha.
Até que o Fernando Morcerf me alertou que será diferente e que devo manter as esperanças.
Como a Ana Camarozano acredita e o Castilho está empolgado, não é o blog que vai ficar contra!!!
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Insistimos no tema do tempo de submissão das microbolhas à energia do US.
Trata-se de energia mecânica liberada na microvasculatura.
Temos que estabelecer um limite de tempo com destruição das bolhas, ainda mais em exames longos como o Ecoestresse.
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Nossa experiência com bolus de Adenosina após uma injeção de microbolhas revelou segurança em exames de três minutos de duração.
Vejam as evidências abaixo e vejam se não temos motivos para encurtar o exame:
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http://www.sciencedirect.com/science/article/pii/S0301562903011153
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Conclusions
MCE induces PVCs, petechiae and microvascular leakage for the three FDA-approved agents in a rat model combining diagnostic US and a high dosage of CA. With the manufacturer’s recommended dosages and MI settings, the phenomenon would be minimized in the small animal models. Based on the volume doses, Definity® appears to have a greater potential for causing microvascular leakage, but all three agents appeared to have approximately equal potential when compared on the basis of microbubble dose.
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Mais uma evidência experimental:
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http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pmc/articles/PMC3046393/
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Ou elevação da Troponina:
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