Entendendo realmente a contração ventricular


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http://circimaging.ahajournals.org/content/3/5/586.full

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Speckle tracking echocardiography was performed in 20 healthy sedentary subjects at rest and during a progressive submaximal exercise test at 20%, 30%, and 40% of maximal aerobic power. LV twist increased progressively with exercise intensity (10.5±3.2 to 15.8±4.5°; P<0.001), whereas longitudinal strain remained unchanged after the first workload, underlining the key role of torsional reserve in systolic-diastolic coupling during exercise. The increase in diastolic untwisting (−88.7±34.2 to −182.9±53.5 deg · s−1; P<0.01) was correlated to enhanced systolic twist (R=0.61; P<0.001), and its magnitude of increase was significantly higher compared to diastolic longitudinal and circumferential strain rates (119±64% versus 65±44% and 57±24%, respectively), emphasizing its contribution to diastolic filling.

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Entendemos agora como é possível alguém correr 10 km e aumentar o débito e volume ejetado.

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Como estávamos enganados com as teorias hidráulicas puras!

O Strain traz uma luz inédita ao estudo do coração, assim como o US intracoronário mudou o entendimento das coronariopatias.

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