Dia: 6 de julho de 2015
O estudante de ecocardiografia que sabia demais. Estenose Aórtica
Predictors of Outcome in Severe, Asymptomatic Aortic Stenosis
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http://www.nejm.org/doi/full/10.1056/nejm200008313430903#t=articleResults
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Estudo clínico demonstrou que o gradiente não indica prognóstico na estenose aórtica.
Só o crescimento rápido do gradiente no acompanhamento importa.
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Mais importante ainda é a “calcificação da válvula“.
Algo ignorado nos estudos de ecocardiografia!!!
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O estudante que sabia demais adorava números. Calcular a área aórtica era seu passatempo favorito.
Tabelas e valores no aplicativo ou manual.
Esse apego a valores exatos derruba qualquer ecocardiografista ou médico.
É o raciocínio de médico que salva o paciente dos ecocardiografistas tabelados.
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30 anos de erros no cálculo da área aórtica
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Noninvasive estimation of valve area in patients with aortic stenosis by Doppler ultrasound and two-dimensional echocardiography
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http://circ.ahajournals.org/content/72/4/810.full.pdf+html
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Estudo com 30 pacientes usou a fórmula com sucesso parcial, r=0,89.
Ecocardiografistas replicam o método em laboratórios por todo o mundo.
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Alguém já fez 5 vezes no mesmo paciente?
Já fiz, só por curiosidade.
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A variação foi chocante.
Devo treinar mais, acredito.
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The best correlation was found when A’ (with “large” diameter) was compared with invasive results based on cardiac output measured by the Fick method (r = .89, SEE + 0.12, n 16); the worst was found when A” (with “large” diameter) was compared with invasive results based on cardiac output measurements by single-plane angiography (r = .80, SEE + 0.20, n = 30).
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