Espessuras que informam mais que dilatações

empiricusimt exemplo

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http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pmc/articles/PMC4025224/

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Conclusions

Carotid IMT is a useful marker of the progression of atherosclerosis throughout the body, and is an excellent predictor of cardiovascular events. As a simple and non‐invasive procedure, measurement of carotid IMT is one of the most appropriate screening methods to specify high‐risk individuals in the community (Table 3). Furthermore, carotid IMT can be used to identify unknown risk factors of atherosclerosis and to evaluate the efficacy of new treatments (Figure 7). Therefore, it is expected that carotid IMT measurement will become a more common procedure.

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Atenção leitores.

As evidências são claras e devemos abraçar a causa das Carótidas!!!

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Eco para atingir metas de HAS

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Alguns casos de hipertensão resistente chamam a atenção no ambulatório de HAS da UNICAMP.

Histórias de hipertensão de longa data, não controladas mas com ECG e Eco normais ou pouco alterados.

A MAPA revelando que não era “jaleco branco” e sim HAS sustentada.

Como pode existir sem afetar o coração ?

Um Eco com Aorta pequena em hipertensos sempre deve gerar uma interrogação .

Como pode a Aorta ser normal em um regime de hipertensão sistólica e diastólica?

Três casos assim apresentavam insuficiência mitral leve e foi possível estimar a pressão sistólica máxima!

Todos tinha sistólica máxima abaixo de 140 mmHg apesar da medida braquial indicar PAS acima de 170 mmHg.

Eram todos hipertensos com menos de 60 anos.

O exame das carótidas mostrou espessamento da íntima-média acima de 50% do esperado.

O fluxo na Braquial apresentava fluxo retrógrado pós sistólico amplo.

Concluímos que se tratavam de casos raros de falha da medida tradicional da pressão arterial por artérias de difícil compressão com o manguito.

De fato, captamos fluxo com Doppler na Radial mesmo com 200 mmHg de pressão no manguito !

Optamos por retirar gradualmente os medicamentos, uma das 5 classes por vez.

Estamos fazendo o acompanhamento com medida da pressão ventricular com o Eco e nada muda, isto é, o pressão continua abaixo de 140mmHg.

Interessante uso do Ecocardiograma.

Até torniquete é melhor que Dobutamina!

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Comparison of Hyperemic Impedance Echocardiography with Dobutamine Stress Echocardiography to Detect Inducible Myocardial Ischemia: A Pilot Study

  1. Jijibhoy J. Patel M.D.1,†,*,
  2. Ankur Gupta M.D.2 and
  3. Navin C. Nanda M.D.2

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http://onlinelibrary.wiley.com/doi/10.1111/echo.13143/full

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Hyperemic Impedance Echocardiography

Rotating tourniquets were utilized to elicit rIPC and reactive coronary hyperemia. With patients in supine position, tourniquets were applied to all four limbs, proximal to the antecubital fossae in the arms and proximal to the mid-thigh region in the legs. Three of the four tourniquets were inflated to a pressure of 10 mmHg below the systolic pressure.

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Tão simples e rápido…

Ainda em desenvolvimento mas com grande futuro.

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Agora o desafio é pra valer.

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http://onlinelibrary.wiley.com/doi/10.1111/echo.13076/abstract

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Passamos a semana criticando o Escore de Block/Wilkins.

Agora vemos que a Tomo quer fazer o Escore em substituição ao Eco.

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Depois compararam o planimetria ao Eco e a Tomo.

No eco 2D é ruim e a Tomo consegue ser tão ruim quanto!!!

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E para os DM, Ecoestresse?

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In 563 DM patients, Elhendy et al. (73) showed similar results. Those with an abnormal stress echocardiography experienced a higher event rate than those with a normal test at 1 year (2% vs. 0%), 3 years (12% vs. 2%), and 5 years (23% vs. 8%). No events were recorded in the first 2 years of follow-up among patients with a normal stress echocardiography.

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http://www.sciencedirect.com/science/article/pii/S1936878X15009687

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O que fazer com os DM assintomáticos.

A primeira ideia é: Nada.

Mas como o grupo é numeroso, todos os métodos querem demonstrar sua superioridade.

Vejam nesse artigo que o Ecoestresse é o mais em conta:

Cost-effectiveness of Screening for Coronary Artery Disease
in Asymptomatic Patients with Type 2 Diabetes and Additional
Atherogenic Risk Factors
J GEN INTERN MED 2004;19:1181–1191.