Mês: junho 2016
Diabetes sem Carótidas


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http://www.scielo.br/pdf/abc/v102n5s1/0066-782X-abc-102-05-s1-0001.pdf
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A diretriz de DM e Cardiologia coloca o exame de US de Carótidas com IIb,
uso não recomendado pela publicação.
Coloca o Escore de Cálcio como IIa, uso endossado parcialmente.
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Qual a diferença entre os métodos que justificou essa classificação?
O número maior de publicações não pode ser pois é uma questão de mérito, não de volume.
Fisiopatologia?
Não deve ser pois, Arteriopatia não é sinônimo de Cálcio.
Custo benefício?
Ninguém racionalmente pode julgar o Escore de Cálcio mais adequado.
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Este problema desta diretriz se repete em outras.
Havia no grupo editor pessoas diretamente envolvidas com o uso do US?
Eram em número igual ou equivalente aos usuários da Tomo?
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Consenso não significa concordância em unanimidade.
Diretriz não é lei e muda a cada 2-3 anos.
Estudo Sprint e o fluxo cerebral

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O estudo Sprint buscou a meta de 120 mmhg como alvo na terapia de hipertensos de alto risco.
Mas não obteve, surpreendentemente, redução do AVC. Efeito mais do que comum no tratamento da hipertensão.
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In the Secondary Prevention of Small Subcortical Strokes trial (intensive systolic blood-pressure goal <130 mm Hg)23 and in the ACCORD trial (intensive systolic blood-pressure goal <120 mm Hg), the lower blood-pressure target was associated with a nonsignificant 19% lower incidence of stroke (P=0.08) and a significant 41% lower incidence of stroke, respectively, than the incidence with higher targets.
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Qualquer tratamento que diminua a área sob a curva sistólica, deveria ser compensado por elevação da área sob a curva diastólica e/ou precisaria contar com vasodilatação do leito cerebral e aumento da frequência cardíaca.
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Qual é o limite de redução do componente sistólico do fluxo cerebral?
E o componente diastólico também foi reduzido:
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Não encontrei os dados da frequência cardíaca.
Aumentou, como esperado?
Isso pode estar relacionado com a não redução de AVC ?
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Disfunção diastólica derruba qualquer estudo


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http://circimaging.ahajournals.org/content/2/1/10.full
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Curioso estudo de função atrial na disfunção diastólica.
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Esforço enorme para identificar pacientes com IC diastólica , separando de indivíduos com HVE mas pressão capilar pulmonar normal?
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Como pode haver disfunção diastólica sem elevação das pressões?
A compreensão da e´e da succção ainda não alcançou resultados universais.
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Uma coisa é a queda na sucção ventricular marcada pela redução da e´.
Outra é a elevação das pressões atriais.
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Fibrilação atrial tratada com ablação

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Strain echocardiographic assessment of left atrial function predicts recurrence of atrial fibrillation
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http://ehjcimaging.oxfordjournals.org/content/17/6/660
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Tratamento com ablação na FA têm 50% de falha.
Encontrar um marcador ecocardiográfico para os desfavoráveis parece muito interessante.
Uso interessante do Strain atrial.
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Ressincronização: O esforço mundial para provar benefício

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http://ehjcimaging.oxfordjournals.org/content/17/6/624
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Avaliar a ressincronização como benefício é um desafio.
Já colocamos aqui nossas restrições a métodos que fotografem o momento sístole e diástole, como o Simpson.
http://echotalk.blogspot.com.br/2013/08/ressincronizacao-clinica-x-eco-ou.html
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No estudo acima encontraram um novo índice.
Vale a pena ler.
As observed typically in LBBB, the early activated septum contracts prior to aortic valve opening and stretches the LV lateral wall, and contraction in the late activated lateral wall causes a variable degree systolic lengthening of the septum.
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Como corrigir essa distorção dando um choque no epicárdio em dois lados do coração?
Depois dos estudos de Strain que mostram a complexidade da contração, fica difícil acreditar na ressincronização como é feita hoje.
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Placa na carótida
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Uma imagem vale mais do que mil palavras.
Próteses: Sabemos tão pouco?

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http://ehjcimaging.oxfordjournals.org/content/ejechocard/17/6/589.full.pdf
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Texto de mestres da cardiologia universal sobre as próteses.
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Na prática, a confusão é enorme.
Determinar que a prótese é pequena demais torna o cirurgião seu crítico eterno.
Escrever isso logo após a cirurgia…
Encontrar uma estenose após anos é bem mais fácil e pode contar com achados adicionais.
Trombo com obstrução é tarefa para o Doppler contínuo mais modo M evidenciando que um dos semidiscos travou.
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