Septo interatrial obeso

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http://www.onlinejase.com/article/S0894-7317(16)30137-7/fulltext

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  • LASH is characterized by >2-cm fat deposition in the area of the interatrial septum.

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    LASH is composed of mature adipose tissue and BAT.

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    LASH may be associated with advanced age and obesity as well as atrial arrhythmias.

  • •

    Echocardiography, CT, and MRI are used to diagnose LASH, which has a bilobed appearance.

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    LASH may not be a contraindication to percutaneous interventional procedures.

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Achado de baixa importância clínica, a hipertrofia lipomatosa do septo interatrial volta a ser mencionada. Principalmente por atrapalhar procedimentos que perfuram o septo interatrial.

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Vale a pena fazer uma descrição detalhada do achado ao ecocardiograma.

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Echotalk Escola : Estamos ajudando

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No ano passado a Echotalk Escola realizou mais de 2 mil exames completos.

Laudados na hora com página de fotos coloridas.

Exames de ecocardiografia , ecoestresse físico e Doppler de Carótidas.

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Todos absolutamente de graça .

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São moradores da região que aguardam em filas do serviço público em suas  cidades e aproveitam a oportunidade da escola para adiantarem suas demandas

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Todos os envolvidos são beneficiados por um exame sob supervisão direta e continua na sala de exame, sempre com o professor presente.

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Tem sido assim desde 2003!

Ecocardiografistas a menos.

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http://departamentos.cardiol.br/dic/publicacoes/revistadic/revista/2015/portugues/Revista02/06-original82.pdf

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Parece que apenas o estado de SP têm um número adequado de centros formadores.

MG e RJ poderiam ter mais.

Estados do Nordeste certamente estão em desvantagem.

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Esse é um tema importante e pouco abordado.

A formação local de ecocardiografistas ocuparia as posições necessárias e forneceria os exames com laudo que são indispensáveis.

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Somos a favor de uma formação intensiva que possa trazer professores de outros estados para atuarem em escolas de ecocardiografia nas regiões de baixa oferta de formação.

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O modelo atual de estágio não remunerado e extenso, de até 2 anos de dedicação integral, é inviável nacionalmente.

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Ecoepidemiologia: Um grande banco de dados pode realmente ajudar?

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http://circimaging.ahajournals.org/content/9/8/e004431.full

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Conclusions—In addition to reduced left ventricular ejection fraction, we identified other echocardiographic-derived variables predictive for SCD that provided incremental value compared with clinical risk factors.

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O que fazer com um banco de dados como o abaixo?

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Echocardiograms were obtained on 2383 participants (1993–1995) from the ARIC study (Atherosclerosis Risk in Communities; 100% black) and 5366 participants (1987–1989 and 1994–1995) from the CHS (Cardiovascular Health Study).

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Mais de 7 mil ecocardiogramas feitos há mais de 20 anos podem ajudar a prever a morte súbita?

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Usaram um Acuson XP128/10c ou um Toshiba model SSH-160A e todos os exames foram feitos por no máximo 3  ecocardiografistas!

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Resultado final: Um brilhante e extenso trabalho de estatística.

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Strain : onde aprender 


http://www.escolaecope.com.br/curso-strain-cardiaco.phphttp://www.escolaecope.com.br/curso-strain-cardiaco.php

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O blog defende o aprendizado urgente na técnica de Strain.

Os leitores pedem indicação de cursos, já que a escola Echotalk não tem o curso ainda.

Indicamos o Prof Castilho, que além de ser um mestre, tem o melhor livro em português.

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Temos muito respeito e simpatia pela carreira recente de professor de Strain assumida pelo Ronaldo Campos, do Rio.

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Ja recomendamos aqui o curso GE/Rodrigo Barreto.

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Só não recomendamos ficar parado no tempo!!!

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Mergulhando no Strain


Hoje mergulhamos no mundo do Strain em pacientes hipertensos.

A longitudinal é apenas uma das abordagens possíveis no incontável mundo da deformação.

Minha aluna Samira tem muito a demonstrar, vocês verão aqui e em publicações.

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Caro leitor,  encontre no Strain as respostas que a fração de ejeção e Doppler não dão!

Fluxo Pulmonar: Confie desconfiando

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http://ac.els-cdn.com/0002914987911891/1-s2.0-0002914987911891-main.pdf?_tid=88020af0-653c-11e6-bba6-00000aacb362&acdnat=1471522313_45276965eac9acba6cdf515e109f241f

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Muitos pacientes não apresentam refluxo tricúspide significativo , com envelope claro.

Para não “inventar” o envelope do Doppler, como alguns fazem, é melhor usar o fluxo pulmonar.

Acima temos o caminho para um dos artigos mais importantes no uso da aceleração pulmonar como medida da pressão.

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Notem que o erro foi de 8 mmHg na estimativa da pressão média.

Mesmo erro da equação para cálculo da máxima (135-(TAcx0,94)= PSAP+-8mmhg

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É importante informar a margem de erro nos casos limítrofes!

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Nos casos com hipertensão pulmonar e dilatação do VD, use sempre o refluxo tricúspide pois onde têm hipertensão pulmonar significativa, têm refluxo tricúspide leve a moderado.

A válvula tricúspide é assimétrica, tem muitas bordas de coaptação e “adora” vazar!

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Outro ponto de atenção é a falha no uso da aparência de pico precoce do tempo de aceleração (TAc) isoladamente.

Nos casos de hipertensão pulmonar grave, o tempo de ejeção é reduzido e assim, o formato de aceleração precoce não aparece.

Não confie, faça a medida exata.

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