Strain passou por aferições em 5 fabricantes e ainda é subutilizado. Trabalho Miocárdico só tem uma fábrica!

“Mito de Sísifo narra a história do astuto rei de Corinto que, ao desafiar as regras divinas e enganar tanto Tânato quanto Hades, foi condenado pelos deuses a empurrar eternamente uma pedra até o topo de uma colina, apenas para vê-la rolar de volta, simbolizando a luta incessante e sem propósito contra forças maiores.”

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O título já coloca a questão:

O Strain precisou ser analisado por 4 grandes fabricantes mais 1 médio, para ser aceito. Mas ainda é subutilizado

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Por que um método de um único fabricante seria adotado facilmente?

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Ainda mais em uma área nebulosa como o uso de estimulantes artificiais da musculatura?

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Graças a um colega brilhante do RJ, o DIC se posicionou:

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