
FOP desvendado sem jejum e sem sedação. Em menos de 5 minutos

FOP desvendado sem jejum e sem sedação. Em menos de 5 minutos

Em português

Imagine que só fosse possível fazer tomografia do Cerebelo.
O restante do Cérebro não poderia ser mapeado.
Teríamos acesso a 20% do Cérebro.
Mas poderia ser melhor que nada?
Faríamos centenas de pesquisas mostrando como lesões no Cerebelo são marcadoras de mau prognóstico!
E de fato, as pesquisas estariam corretas.
Mas todos ficariam com muita vontade de analisar todo o Cérebro, ao invés de apenas o Cerebelo.
Por isso, não é possível se empolgar com métodos que enxergam uma fração do Coração,
mesmo que tenham provado serem marcadores clínicos de eventos.

DOI: 10.36660/abcimg.20260004i
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“a avaliação da diástole deve se traduzir em uma mensagem clinicamente significativa, particularmente quando há suspeita de insuficiência cardíaca com fração de ejeção preservada (ICFEP).”
“a ICFEP agora conta com terapias que modificam desfechos. Sem transformar este Editorial em uma revisão terapêutica, é importante reconhecer que estudos como EMPEROR-Preserved (empagliflozina) e DELIVER (dapagliflozina) estabeleceram os inibidores de SGLT2 como intervenções benéficas em pacientes com ICFEP”
Artigo de cateterização usado na diretriz:
Foram medidas a pressão média do átrio direito e as pressões sistólica, diastólica e média da artéria pulmonar. A pressão média em cunha capilar pulmonar (PCWP), a pressão diastólica do VE imediatamente antes da contração do AE e a pressão média do AE estão intimamente relacionadas, com diferença mínima ou nenhuma entre essas pressões em pacientes sem doença valvar mitral que não estão incluídos no estudo. Assim, PCWP, pressão diastólica do VE imediatamente antes da contração do AE e pressão média do AE foram usados na análise estatística para observar a precisão da estimativa ecocardiográfica da LVFP. A PCWP média foi medida em 849 pacientes. A posição da cunha foi verificada por fluoroscopia, alterações na forma de onda e saturação de oxigênio da veia pulmonar >95%. Medidas invasivas foram adquiridas sem conhecimento de dados ecocardiográficos.Todas as medições de pressão foram obtidas no final da expiração em uma média de 5 ciclos. Os transdutores cheios de fluido foram balanceados antes do estudo com o nível 0 na linha axilar média. Em pacientes submetidos a cateterismo cardíaco direito, o débito cardíaco (média de 3 ciclos com variação <10%) foi derivado por termodiluição. Em 62 pacientes, foi realizado apenas cateterismo cardíaco esquerdo e medida a pressão diastólica do VE imediatamente antes da contração do AE, e em 40 pacientes, a pressão do AE foi medida após punção transeptal. LVFP >15 mm Hg foi considerado anormalmente elevado.Em 62 pacientes, foi realizado apenas cateterismo cardíaco esquerdo e medida a pressão diastólica do VE imediatamente antes da contração do AE, e em 40 pacientes, a pressão do AE foi medida após punção transeptal. LVFP >15 mm Hg foi considerado anormalmente elevado.Em 62 pacientes, foi realizado apenas cateterismo cardíaco esquerdo e medida a pressão diastólica do VE imediatamente antes da contração do AE, e em 40 pacientes, a pressão do AE foi medida após punção transeptal. LVFP >15 mm Hg foi considerado anormalmente elevado.


Por que o gradiente obtido por ecocardiografia foi considerado superestimado?
“Os gradientes médios antes e depois do TAVI foram maiores pela ecocardiografia do que pelas medidas invasivas.A diferença foi mais pronunciada após o implante com BEV do que com SEV (7,0 [percentil 25-75: 4,0-11,0] mmHg vs 5,0 [2,0-7,0] mmHg; p<0,001).”
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Será que estamos novamente enfrentando o dilema da aceleração na via de saída?
Válvulas diferentes, afetam de maneira desigual a via de saída.
Quando um válvula pequena, abre pouco a via de saída, persiste o problema da aceleração pré valvar que aumenta artificialmente o gradiente
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Faltou uma análise ecocardiográfica mais cuidadosa?
Teclas bem posicionadas e fáceis de usar
Formato notebook de verdade
Leve
Conector para múltiplas conexões

Torção ventricular

Deformação longitudinal global
Podemos ver que a torção muda o local onde está sendo avaliado a deformação
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Assim, o segmento analisado não é o mesmo na diástole e na sístole
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Não poderia dizer que avalia o segmento apical lateral, por exemplo. Pois a rotação muda a parede que está sendo analisada
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Deixa de ser uma medida exata para ser um marcador
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Por que é mais sensível que a fração de ejeção, que não mede segmentos mas área ou volume?
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Também depende da pré carga e pós carga
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Assim como o espessamento, que é um efeito secundário da torção, o GLS não é fiel ao segmento analisado, alterado pela torção
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