O primeiro CIRCULATION a gente nunca esquece!

Foram muitas tardes no laboratório, dezenas de camundongos, uma centena de ecocardiogramas, centenas de medidas para um resultado reconhecido, internacionalmente.
Não é nada fácil fazer pesquisa básica. No Brasil, menos ainda.
Mas valeu e continua valendo.
Obrigado na todos.

Sem pânico!!!! Situação sob controle!

Muita calma nessa hora! Esse livro indispensável está mesmo em falta no submarino, mas já me certifiquei que novas edições serão impressas a toque de caixa!!!!

Enquete de formação

A maioria dos leitores deste blog (62%) fez estágio de 1 a 2 anos em Eco.
Um terço fez cursos intensivos.
Esse é mesmo o cenário atual da ecocardiografia no Brasil.
Mas vai mudar, provavelmente para o inverso. Por que?
– Historicamente na Cardiologia, um método passa a ser realizado por um número maior de cardiologistas( eletrocardiograma,ergométrico, holter…)
– Os aparelhos ficam mais acessíveis, em preço e em manuseio.
– O treinamento passa a ser incorporado à formação normal das residências, projeto que tento instalar na UNICAMP há 2 anos.
– Novos exames surgem e passam a corrigir erros de examinadores menos experientes. Hoje é só fazer uma tomografia ou ressonância para checar um eco duvidoso, não precisa fazer CAT!
– Novos cardiologistas não têm tempo ou necessidade de uma formação completa. è necessário mesmo que TODO ecocardiografista saiba fazer congênitos, transesofágico, stress e contraste???!!!

Bom, é só aguardar…