Profilaxia de Endocardite, que confusão!


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Cardiologist Dr Bernard Prendergast (John Radcliffe Hospital, Oxford, UK), is an expert on endocarditis who has recently written two editorials on this subject [1,2] and has found himself labeled as a “voice of reason” in the midst of this storm. In an interview with heartwire, Prendergast explains that the present situation is untenable: “There is a major need to bring all these diverging views together, because otherwise a conflicting and confusing message occurs, which is unhelpful for practitioners and patients.”

He believes the scientific evidence for the use of antibiotics to prevent endocarditis is weak and that new guidelines indicating that no one needs antibiotics any longer make things much simpler. However, he admits to still having some reservations about omitting prophylaxis in patients at higher risk of endocarditis.

Google translate”cardiologista Dr. Bernard (John Radcliffe Hospital, Oxford, Reino Unido), é um expert em endocardite, que teve recentemente dois editoriais escritos sobre este tema [1,2] e tem-se encontrado rotulada como uma “voz da razão” em meio a este tempestade. Em uma entrevista com heartwire, Prendergast explica que a actual situação é insustentável: “Há uma grande necessidade de aproximar todas estas opiniões divergentes em conjunto, pois caso contrário uma mensagem confusa e conflitante ocorre, o que é pouco vantajoso para os profissionais e pacientes.”

Ele acredita que a evidência científica para a utilização de antibióticos para a prevenção de endocardite é fraco e que as novas orientações que indica que não tem um antibióticos por mais tempo tornam as coisas mais simples. No entanto, ele admite que ainda tenha algumas reservas quanto omitindo profilaxia em pacientes com maior risco de endocardite.”