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O cardiologista trata de Insuficiência cardíaca durante toda sua vida profissional.
Faz diferença entender o exame acima, com fração de ejeção de 25 %???
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Vejo pacientes em choque cardiogênico, na UTI, em uso de Noradrenalina.
Você consegue entender o uso de uma droga que aumenta o trabalho e a resistência a ejeção de um coração como o acima?
Duvido que um Cardio-Eco-Intensivista aumente a pós carga de um coração assim.
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Mais exemplos virão…
Mês: abril 2009
Exame de rotina do aluno Echotalk
. É mais fácil entender de cardiologia quando se faz ecocardiografia!
Política de comentários do blog

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Os comentários são uma grande contribuição ao blog.
Menos de 5% dos leitores fazem comentários em blogs, segundo o blog dos blogs.
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Esse blog, especialmente, pode ser muito crítico com pessoas e empresas.
Coloco meu nome e localização para responder às reações, e isso me permite continuar.
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Quando o comentário contiver alguma crítica mais direta, mesmo que não use diretamente o nome, mas indique meios de identificação, só posso publicá-lo se o autor colocar o nome completo e email, que será oculto para a publicação.
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Obrigado!
Prolapso ainda é assunto.

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Disseram que um palestrante do DIC 2009 improvisou uma aula sobre Prolapso no último congresso com argumento de não ter muito o que falar sobre prolapso da valva mitral.
Não vi a cena, mas sinto muito ter perdido.
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No pubmed.com , contei 40 artigos, pelo menos, sobre prolapso no ano de 2008.
Parece que tem bastante gente pesquisando o assunto…
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Nosso grupo também pesquisa.
Primeiro, a relação do tamanho da aorta e do átrio esquerdo no corte paraesternal, quando a aorta é maior ou igual ao átrio, devido ao abaulamento da parede anterior do átrio.Defendemos seu uso como critério de PVM.
Segundo, a presença do PVM e sua relação com baixo IMC, já demonstrada em estudos anteriores, mas não foi ainda explicada.
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Existem mais mistérios entre o PVM e o Eco do que julga a nosa vã filosofia.
O mistério da pós venda.

Por que a pós venda de aparelhos de ecocardiografia é tão ruim?
Fazendo um paralelo com a venda de carros, em Campinas, 4 grandes empresas dominam a venda de diversas marcas.
Na maior delas, o pós venda é péssimo. De fazer monge budista xingar e apedrejar.
Perguntei ao vendedor, um amigo, se isso não seria prejudicial para vendas posteriores.
Ele respondeu que pesquisas mostram que, em média, o comprador volta à loja a cada 3-4 anos.
Um prazo muito longo para uma empresa que está preocupada com o mês que vem, no máximo, o ano que vem.
E que o preço é o maior determinante da venda, independente do serviço.
Resumindo, é melhor vender agora, negociar um bom preço e depois, um abraço!
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Não parece ser exatamente o que fazem as empresas de aparelhos de ecocardiografia?
Anatomia não é função

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Agora estão comparando os resultados do Ecostress com os laudos de tomografia.
Pergunto logo:
Atingiu a frequência cardíaca menor que 65 bpm?
Não é um detalhe, é muito importante.
A Tomografia de coronária é um pós processamento, o laudo demora de minutos a horas para ser dado.
Pós processamento pode tornar a Hortência bonita! ( Para quem se lembra da revista…)
Mas vamos supor que a técnica foi bem aplicada.
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O exame com stress mostra o lado funcional da lesão coronária, se houver.
A tomografia mostra a anatomia da coronária.
Não podem ser comparadas lado a lado.
Devem concordar na maioria dos casos mas não na totalidade.
A tomografia anda discordando bastante do cateterismo também, mas aí já é mais estranho…
Imagem de pico é a melhor imagem de stress

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Defendo o eco de esforço desde 1998.
Acredito ser a modalidade a ser executada em 90% dos pacientes.
Fiz milhares de exames de esforço com eco na bicicleta horizontal.
É um modelo de bicicleta comercial, barato, baixa manutenção e pode ser adquirido pela internet.
Fácil, baixo custo, replicável e de ensino simples.
Chego a ficar sem jeito com os alunos de ecostress, eles parecem esperar por uma mágica…
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O colega da Espanha, Jesús Peteiro, deveria ser a última pessoa com quem eu entraria em desacordo.
Temos mais pontos em comum que pontos discordantes.
Distantes, e em diferentes países, defendemos a mesma modalidade e a mesma máxima:
” A imagem do pico do esforço é a melhor imagem para avaliação da presença de isquemia miocárdica”
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Direito de resposta: concedido!

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Nosotros tenemos una bici supino y un treadmill
Pero, prácticamente solo hacemos imagen en pico de ejercicio en treadmill
Razones para preferir imagen en pico de ejercicio en treadmill a la imagen de postejercicio en treadmill así como a la bicicleta.
-Mayor sensibilidad de la imagen pico (con igual calidad de imágenes para diagnostico que en el postejercicio, esto es planos apicales).
-Mayor claridad en el diagnostico (con imagen pico las disinergias se ven realmente, por ejemplo un paciente con un score de motilidad de 1.25 en el postejercicio tendrá un score motilidad de 1.50 en la imagen de pico de ejercicio).
-Prácticamente todos los pacientes que pueden hacer ejercicio pueden caminar, pero no todos saben andar en bicicleta. Si haces sólo bicicleta un numero considerable de pacientes que no pueden/saben andar en bicicleta tendrán que ir a stress farmacológico. La reconversión a eco farmacológico es de <1% en nuestro centro. Además con bicicleta se tarda más, y el consumo de O2 es menor así como la isquemia.
-Menos prisa para tomar las imágenes en contraste con la ventana de tiempo limitada para eco de post-ejercicio, que debe ser de menos de 1 mto (pero en 10 secs puede haber recuperación¡¡¡)
-La imagen es posible durante el test para evaluar síntomas/cambios ECG dudosos, así como evaluar la conveniencia de parar el ejercicio.
……etcétera
“Qualquer método diagnóstico deve ser simples o suficiente para ser executado por médicos com habilidade comum”
Nada nos parece más simple y lógico que evaluar al paciente cuando tiene mas isquemia, no cuando se le ha pasado toda o parte, lo mismo que se hace con la bicicleta. Esta habilidad común para eco en pico en treadmill se adquiere en 1 mes en el caso de residentes o cardiólogos entrenados en ecocardiografia simple. De todos modos existen métodos complicados que realizados por gente entrenada hacen que la sensibilidad de la prueba mejore, con el consiguiente beneficio para sus pacientes (por ejemplo eco de percusión).
“Habilidades superiores são requesitos de métodos que não serão replicados e cairão no esquecimento”
¿Caerá la eco de ejercicio en el olvido? Puede ser. Mientras tanto conseguiremos un mejor diagnostico y estratificación de nuestros pacientes con imagen en el pico de la isquemia.
*Hablando de sensibilidad
La sensibilidad del eco de estrés depende de muchos factores.
Importante: nº de sujetos con IAM previo que se incluyen (por tanto posibles anomalías contráctiles, por tanto eco positivo). También medicaciones, criterios de terminación..ect.
De todos modos el juicio sobre la capacidad diagnostica de una prueba se basa también en especificad pues las pruebas muy sensibles lo pueden ser a base de mermar la especificidad.
Jesus Peteiro
Imagen Cardiaca
Hospital Universitario de A Coruña
España
