The results of this study prove the incremental prognostic benefits of LV function imaging measures over standard baseline variables in a large, clinical population. Global longitudinal strain measurement by 2DS was superior to EF and WMSI for the prediction of outcome and may become the optimal method for assessment of global LV systolic function. Guidelines incorporating measures of LV function may need to be revised to incorporate global longitudinal strain in light of this finding..
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Dia: 23 de outubro de 2009
Direito de resposta: Dr. Juliano.
Juliano de Lara Fernandes deixou um novo comentário sobre a sua postagem “Parabéns Marcia Barbosa, pela criação do DIC. Veja…”:
É com grande satisfação que me posiciono neste fórum quanto aos comentários expressos no blog pois sucitou debate muito interessante. Os dados divulgados em email do GERT tiveram a única função de fazer seus membros refletirem sobre os números expressos, sem nenhuma conclusão observada. Perspicazmente observado pelos leitores, a conclusão – a ser apresentada em Assembleia da cardiologia da Unimed Campinas – é exatamente a mesma que aqui foi exposto: o ecocardiograma de estresse substitui a cintilografia com menor custo e, ao mesmo tempo, promove a redução do número de cateterismos. Isto é um dado positivo para o eco. A CT em Campinas é realizada em números irrisórios em comparação com os demais exames de pesquisa de isquemia, por isso não foi nem quantificada neste levantamento preliminar.
Quero deixar claro que não há aqui nenhum julgamento de valores ou posições quanto à defesa ou não do DIC, CT, eco ou que seja. Este espaço é democrático suficiente para que todas as visões sejam expostas e defendidas e isto é muito salutar. Não julgo necessário para o embate qualquer exposição pessoal ou críticas nominais já que discussão das ideias por sí só já geram diversas controvérsias. As repercussões negativas disso, entretanto, muitas vezes ultrapassam alguns limites cujas consequencias às vezes se tornam muito maiores que os próprios fatos que as geraram.
Parabenizo o mantenedor do blog – que conheço pessoalmente e a quem tenho muito respeito pelo trabalho técnico que exerce – sabendo que posições divergentes sempre existirão e é isso que faz avançar todos os métodos incluídos no DIC.
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Nada contra a Ressonância…

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High-spatial-resolution magnetic resonance image, with cross-sectional coregistered images through plaque in the internal carotid artery. Baseline T2-weighted image (A) and precontrast (B) and postcontrast (C) T1-weighted images and plaque contours (D) (white: carotid artery lumen; light gray: vessel wall area) are shown. T2-weighted image (A) shows isointense plaque, precontrast T1-weighted image (B) shows hyperintense plaque, and postcontrast T1-weighted image (C) shows no enhancement of the plaque, which matches the criteria of a lipid-rich necrotic core with no or little hemorrhage. Follow-up T2-weighted (E) and precontrast (F) and postcontrast (G) T1-weighted images and plaque contours (F) (white: carotid artery lumen; light gray: vessel wall area; dark gray: hemorrhage) are shown. T2-weighted image (E) shows a striking hyperintense area within the plaque, adjacent to the lumen (dark gray area in H). This area is hyperintense at the precontrast T1-weighted image (F) and does not enhance at the postcontrast T1-weighted image (G). These findings indicate recent intraplaque hemorrhage.
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Belíssima imagem de placa na carótida com progressão do ateroma por hemorragia intra-placa.
O fenômeno de hemorragia intra-placa e progressão da estenose é muito comum também na coronária.
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Mas carótida é carótida e coronária é coronária! rsrs
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Mais uma do diretor do D I C. Domo arigato, Márcia.

Acima, a diretriz de Aterosclerose, que usa o IMT como marcador de risco cardiovascular.
Abaixo, a opinião do diretor do D I C, parceiro da presidente na condução da ecocardiografia nacional.
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São mensagens públicas do diretor, a disposição na internet.
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———- Forwarded message ———-
From: Juliano Lara Fernandes
Date: 2008/6/26
Subject: [gertsbc] CAC melhor que IMT
To: gertsbc@googlegroups.com, gertsbc@yahoogrupos.com.br
Mais este para complementar o artigo enviado pelo Marcelo.
Para acabar com esta falácia do IMT. Carótida é carótida, coronária é coronária…
Juliano
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Nada contra esse diretor, especificamente. Mas quem faz exame de carótidas hoje em dia é o ecocardiografista. Quem faz ecostress é o ecocardiografista.
Ecocardiografistas de verdade, como nós, vão ficar sem ter o que fazer se os diretores do D I C continuarem a se manifestarem publicamente contra nossos exames!!
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