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Depois que passei a utilizar o corte ventricular no modo M no eixo longitudinal paraesternal, uso muito o modo M anatômico.
Tenho notado medidas de septo e parede posterior menores, comparadas as mesmas, em pacientes ha um ano atrás.
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Será que o modo M anatômico exigirá uma nova tabela de normalidade?
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Vou checar meus números com cuidado.
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Dia: 4 de novembro de 2009
Sempre uso o "morrinho" do Morcerf!

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Sempre uso o “morrinho” do Morcerf!
Em todos os exames, é muito fácil, prático e rápido.
Só não é infalível.
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Sempre achei esse achado uma observação iluminada.
Morcerf deve ser o melhor ecocardiografista do Brasil, batendo roda com o Barbato e Castilho.
São da velha guarda, onde fazer ecocardiograma era difícil e exigia o melhor cardiologista.
Hoje, ecocardiografia é fácil, um bom aparelho e formação média em cardiologia resultará em exames de qualidade.
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O blog Echotalk recomenda, o “morrinho” faz bem a análise da diástole!
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Fração de ejeção do átrio esquerdo II

Circulation. 2006;114:II_365
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Mais um índice?
Não parece difícil de realizar.
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Acredito que hoje, em um exame completo, seja possível obter uns 30 parâmetros de diástole!
A diastologia virou uma arte, e medicina quando vira arte, perde a objetividade…
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Os alunos querem um ídice definitivo para dar o diagnóstico de disfunção diastólica.
Não existe.
Querem separar claramente os estágios I, II, III e IV.
Não é tão fácil.
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Mas e o volume atrial tão elevado nesse blog?
Não serve para a fase I.
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A própria diretriz têm mais opções que um restaurante francês.
Uma boa diretriz deveria se parecer mais com um cardápio de fast food, número 1, número 2…
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E a idade do paciente?
Menos de 55 anos, ok.
Entre 55 e 60, dúvidas.
Entre 60 e 75, ok.
Após 75 anos, dúvidas.
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Mas estamos tranquilos, como não existe ainda tratamento específico para disfunção diastólica, vamos brigando com os números.
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Fração de ejeção do átrio esquerdo.

Left atrial function and deformation in chronic primary mitral regurgitation
European Journal of Echocardiography 2009 10(7):833-840
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Conclusions
LA longitudinal deformation is enhanced in chronic MR, commensurate
with increases in static and phasic volumes. In
agreement with previous studies, we demonstrated a
decrease in atrial contribution to LV filling in chronic MR.
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Nós sabemos que a queda na fração de ejeção do ventrículo esquerdo marca o momento da troca ou plastia valvar. Na verdade, deve ocorrer antes.
O quanto o átrio esquerdo participa nessa evolução, alem de dilatar, ainda não sabemos.
Parece que quando o átrio perde sua eficiência no enchimento ventricular, já é o momento de operar e precede a queda na fração de ejeção ventricular.
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