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Journal of the American Society of Echocardiography
Issue: Volume 22(10), October 2009, p 1129–1133
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Em nossos estudos de carótidas, tentamos separar as camadas íntima e média com um transdutor de 17 Mhz.
Não foram imagens tão boas como as acima.
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Eles usaram um trandutor de 55 Mhz e foram muito felizes na artéria braquial.
Ela fica mais superficial que a carótida e facilita a vizualização.
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Como a doença começa na íntima, e se extende para a média com o tempo, analizar apenas a íntima seria um marcador muito precoce da doença arterial.
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É claro que poderão dizer que braquial é braquial e coronária é coronária! rs
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Dia: 9 de novembro de 2009
Perfusão, o Santo Graal da ecocardiografia

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Como na história do Santo Graal, o cálice sagrado, em que vários guerreiros valiosos morreram ou desapareceram em sua busca, sem nunca alcançar o sucesso, nossos ecocardiografistas acadêmicos buscam a análise da perfusão por microbolhas.
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Seria o sonho da ecocardiografia tornar-se uma cintilografia?
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Como na cintilografia, as imagens são pobres e de difícil delimitação.
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A culpa é do contraste? Ou seria de todos os métodos que analizam perfusão?
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O ultra-som padece de um fenômeno físico irreversível.
Sua energia não é uniforme, têm áreas de maior e menor energia mecânica.
Essa energia é absorvida, a cada milímetro penetrado.
No transdutor de cardio então, esse fenômeno é muito pior.
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Como confiar então, em imagens de profundidades diferentes, e consequentemente recebendo quantidades diversas de energia mecânica?
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Além disso, a própria perfusão segue regras que escapam a nossa compreensão.
Quem nunca teve um paciente triarterial grave assintomático e com fração de ejeção ótima?
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Junta-se um método problemático para níveis de profundidade e energia com a análise de uma fisiologia da perfusão mal compreendida e teremos a missão impossível da ecocardiografia!
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Que tal se ficássemos satisfeitos com a perfeita definição da cavidade ventricular que o contraste nos dá?
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