Não percam!


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Course Directors
A. Jamil Tajik, MD
Thomas J. Watson, Jr. Professor and Professor of Medicine and Pediatrics Emeritus, Mayo Clinic; Chairman Emeritus, Zayed Cardiovascular Center, Mayo Clinic, Rochester, MN; Emeritus Consultant, Division of Cardiovascular Diseases, Internal Medicine, and Pediatric Cardiology, Mayo Clinic, Scottsdale, AZ

Jae K. Oh, MD, FASE
Professor of Medicine, Mayo Clinic; Co- Director, Cardiovascular Ultrasound Imaging and Hemodynamic Laboratory, Mayo Clinic, Rochester, MN; and Director, CV Center, Samsung Medical Center, Seoul, Korea

James D. Thomas, MD
Charles and Loraine Moore Chair in Cardiovascular Imaging; Cleveland Clinic
Foundation, Cleveland, OH; Professor of Medicine and Biomedical Engineering Case Western Reserve University; Lead Scientist for Ultrasound, NASA

William A. Zoghbi, MD, FASE
Professor of Medicine; Director, Cardiovascular Imaging Institute; William L.
Winters Chair in CV Imaging, The Methodist DeBakey Heart Center, Houston, TX

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Vantagens das mudanças de estilo de vida


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Caso você obtenha o diagnóstico de Diabetes, passará a ser alto risco para eventos cardiovasculares.
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As mudanças no estilo de vida realizadas promoveram uma queda maior de 50% no risco de ter o diagnóstico de diabetes e se tornar alto risco.
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Então, esses pacientes escaparam, em sua maioria, de serem incluídos no terrível grupo de alto risco cardiovascular.
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Moral da história:
Posso ser de baixo risco hoje (1%), mas em 10 anos tenho que evitar virar um alto risco, custe o que custar!
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Mudanças no estilo de vida. Lições do DPP


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O estudo DPP comparou a efetividade das mudanças no estilo de vida para previnir o aparecimento de Diabetes em quem tinha já intolerância a glicose.
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Veja na figura como era difícil a execução das metas do grupo de atividades e dieta:
Perder pelo menos 7% do peso e manter.
Diminuir em 25% as calorias vindas da gordura da dieta
Comer entre 1200 e 1800 calorias por dia.
Fazer mais de 150 minutos de exercício por semana.
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Exigiam visitas regulares, nutricionistas, professores de educação física e médicos.
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Risco cardíaco.


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Acima está meu escore de risco.
Minha probabilidade de ter os chamados eventos Cerebrovasculares Maiores (Infarto do Miocárdio, Acidente Vascular Cerebral e Morte por causa Vascular)é de 1 em 100.
Caso inclua só a morte, é de 1 em 500, 0,2% aproximadamente, nos próximos 10 anos.
É muito baixo.
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Não serve de estímulo para as recomendações abaixo:
Orientações:
Fazer uma alimentação saudável com a redução da ingestão de Sal, Gorduras e Açúcares;
Manter o peso ideal;
Praticar Atividade Física, pelo menos 30 min por dia, 5 dias na semana;
Manter sua Pressão Arterial dentro da faixa de normalidade.

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Notem que o peso não entra no escore de risco, bem como a atividade física.
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O que o escore não prevê é a probabilidade de eu adquirir uma doença crônica, como hipertensão, diabetes ou angina estável.
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Como a doença coronária deve ser prevenida pelo menos a partir dos 40 anos, como estimular o paciente de baixo risco?
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