Endocardite do Lupus


.
Aqui
.
The clinical impact of the presence of Libman–Sacks vegetations is associated with the probable progression to more severe valve dysfunction and a probable tendency to develop thrombotic events. The size of a vegetations is a predictor for embolic events, congestive heart failure, and death, and is important for the assessment of treatment.
.
CONCLUSION: TEE is superior to TTE for detection of Libman-Sacks endocarditis and should be considered either as complement to a nondiagnostic TTE or as the initial test in patients with SLE with suspected cardioembolism, acute or subacute Libman-Sacks endocarditis with moderate or worse valve dysfunction, or superimposed infective endocarditis..
.
Outro pedido, não tão frequente, relaciona-se a pacientes com Lupus.
Acredito que achamos pouco por não procurarmos mais.
Inclusive com transesofágico, como mostra o estudo acima.
.

Ecocardiograma na Endocardite II.


.
No HC de Campinas, cansamos de fazer ecocardiograma por suspeita de endocardite.
Dificilmente uma suspeita é confirmada, mesmo com um número imenso de exames.
Lendo a diretriz européia, vemos que temos mesmo que fazer os exames, sem reclamar.
E sendo sensato, muitos irão para o exame transesofágico depois do transtorácico.
.
Penso que nossos transtorácicos deveriam ser mais minuciosos nesses casos, uma suspeita de endocardite não pode ser só a procura de grandes vegetações.
.
Dar sempre um zoom nas válvulas, passar com velocidade lenta no cineloop, colocar o pulsado com paciência para detectar vazamentos, observar pequenos derrames pericárdicos, procurar as melhores posições e janelas…
.
Quem procura mais, têm sempre algo mais a dizer.
.